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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

DICA DE PROGRAMA DE TV - SCAM CITY (CAPITAIS DO DELITO)


Ninguém está livre de perrengues em viagens. Por mais planejado que o passeio tenha sido, algo sempre pode fugir do controle.
E quando o assunto são golpes e fraudes, o mais experiente viajante pode ser pego de surpresa e frustrar as tão programadas férias. Sobre o assunto, há um seriado de TV bem interessante.
Apesar de estar no ar há alguns anos, apenas há algumas semanas conheci o "Scam City”. Em português, “Capitais do Delito”. Apresentado por Conor Woodman, o programa mostra os principais golpes aplicados contra turistas nas grandes cidades. Já foram filmados episódios em Roma, Paris, New York, Barcelona, Londres, Rio de Janeiro, dentre outros locais.
Algumas pessoas comentam que as situações passadas pelo apresentador são, na verdade, mera encenação. Realidade ou não, o programa cumpre o papel de alertar os viajantes.
A série está na grade de programação do NatGeo e também está disponível na Netflix.
 
Conor Woodman em Paris
 

 
   

sábado, 20 de setembro de 2014

PERRENGUE CANSATIVO EM MOSCOU


O Balé Nacional Russo esteve em Fortaleza esta semana, o que me fez lembrar de um pequeno perrengue que passamos em Moscou.

Viajamos para a capital russa em 2010, sem excursão, sem guia e sem falar russo, pelas terras gélidas dos czares.

Preparando o roteiro, cismei que queria assistir a um balé. Ir à Rússia e não ver um espetáculo de balé seria como ir a Roma e não ver o Papa.

Pesquisei e no período em que iríamos só havia óperas em cartaz. Nada de balé.

Quinze dias antes de viajar apareceram, nos sites que eu estava buscando, ingressos para o balé Bolshoi, para o espetáculo Dom Quixote. No Teatro do Kremlin, já que o Teatro Bolshoi estava em reforma.

Não hesitei e comprei os ingressos. E lá fomos nós passar frio na Rússia.

Na data do espetáculo, passeamos durante todo o dia e voltamos para o hotel apenas para trocar de roupa. O balé começaria às 19:00.

Saímos do hotel com alguma antecedência, e pegamos um táxi rumo ao Kremlin.

Ao pegar o táxi e soltarmos um “Good Evening”, sentimos logo que o motorista, a exemplo de boa parte da população russa, não falava inglês. E nós, como significativa parcela do povo brasileiro, não falávamos nada de russo.
 
Ingresso do balé

Mostramos os ingressos e, mímica vai, mímica vem, partimos.

O motorista nos deixou no Kremlin, prédio gigantesco que, segundo o Wikipedia, tem 24.000 metros quadrados.

Lépidos e fagueiros, fomos até a primeira portaria que encontramos, a poucos passos. Entregamos nossos ingressos para um guarda, que tampouco falava inglês. Ele viu nossas entradas e começou a fazer gestos, que para bom entendedor significavam “do outro lado”.

Claro, do outro lado. De um prédio de 24.000 metros quadrados. Nosso taxista, óbvio, já havia sumido. A noite caía e o frio aumentava.

Começamos a caminhar, depois de um dia exaustivo, e com sobretudos bem pesados. Havia a esperança de nos depararmos com alguma entrada logo que dobrássemos a esquina.

Viramos a esquina e nada. Apenas um muro gigantesco. E o tempo passando. Meu irmão, o detentor de mais fôlego do grupo, começou a correr. Depois começamos a correr atrás dele. E nenhuma portinha aparecia por entre as saliências da muralha.

Depois de mais de 40 minutos entre caminhada e corrida, avistamos grandes portões. Não era miragem. Era ali. Entramos e os portões foram trancados atrás de nós. Ou seja, mais um minuto e todo o esforço teria sido em vão.

O espetáculo, claro, já havia começado. Apresentamos nossos ingressos e fomos encaminhados para umas cadeiras na lateral do teatro. Só poderíamos ir para nossos assentos após o intervalo.

Sentamos nas confortáveis poltronas do Teatro do Kremlin. Luzes apagadas e refletores apenas no palco, onde bailarinos faziam jus à fama de melhor corpo de balé do mundo.

Uma música calma conduzia os artistas. Na plateia, nós, turistas brasileiros exaustos.

Não preciso dizer que, 10 minutos depois, meus companheiros de viagem contribuíram para a orquestra, com sons agudos de roncos.

Não me juntei ao coro. Mais do que qualquer outra coisa, o medo de sermos expulsos do teatro me fez apreciar, atenta e silenciosamente, tão bela arte.

   

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

PERRENGUE EM PLENO VOO

Em 2011 fizemos um tour pela Ásia. Como a viagem era longa, vários países e muitos voos, compramos alguns trechos aéreos em classe executiva.
Um desses trechos foi o voo Pequim - Bangkok, pela Thai Airways.
Como viajamos em executiva, tivemos acesso à Sala Vip do Aeroporto Internacional de Pequim.
Pois bem. Foi aí onde tudo começou.
Estávamos na sala vip, experimentando os canapés, sanduíches e bebidinhas quando entrou um senhor de traços asiáticos, em cadeira de rodas. Sua aparência era bem abatida.
Fiquei com pena. Para onde ele estaria indo? O que estaria fazendo em Pequim? Algum tratamento de saúde?
Passado algum tempo, fomos convidados a embarcar. Nos dirigimos para o portão de embarque e lá estava o velhinho. Iríamos no mesmo voo.
Entramos no avião e adorei tudo. A aeronave era novinha, a tripulação simpática e com lindos trajes típicos da Tailândia. Uma orquídea era o símbolo da companhia aérea.
Nosso voo teria duração de 4 horas.
Sentamos nas nossas poltronas e o senhor sentou duas fileiras à nossa frente, acompanhado de quem eu deduzi ser a esposa. Eles também iriam em classe executiva.
Tão logo o avião decolou a acompanhante do velhinho acionou a chamada de comissários. E eu, duas filas atrás, observando tudo.
A comissária atendeu ao chamado. Saiu e voltou, discretamente, com um balão de oxigênio. Ajudou a colocar no passageiro e sumiu.
Algum tempo depois, nova chamada. Dessa vez para devolver o balão. E eu, duas filas atrás, agradeci a Deus.
Foi servido o jantar (o voo era noturno). Tudo muito caprichado, cheios de detalhes, assim como os trajes da tripulação.
Após o jantar, tudo recolhido, hora ideal para um cochilo.
De repente, a acompanhante do velhinho levantou-se com cara de choro. Gelei. Nova chamada.
A mesma comissária atendeu ao chamado e saiu correndo. Veio, então, a chefe de cabine.
Pelos alto falantes foi solicitada a presença urgente de um médico. Apareceram dois.
Como em um passe de mágica, a classe executiva estava tomada de comissários. Já sem os lindos trajes. Todos descalços. Um deles trouxe novamente o balão de oxigênio. Outro, uma maleta de primeiros socorros. Um terceiro estendeu um cobertor no chão do corredor e colocou o passageiro enfermo. Um quarto comissário começou a fazer massagem cardíaca. E eu, duas filas atrás, assistindo à cena de camarote.
Em desespero, deixei de prestar atenção àquele filme e fiquei olhando para a janela. 
Uma senhora, que estava na classe econômica, se juntou a nós. Era a irmã do passageiro. Ajoelhou-se ao lado do nosso assento e começou a fazer suas orações. Não sei em que língua, muito menos para qual santo.
Alguns comissários se revezavam na massagem cardíaca, enquanto outros tiravam fotos. Acredito que para comprovar que não houve omissão de socorro.
Passado algum tempo, apareceu o comandante. Indagamos a ele se pousaríamos em algum lugar ou se seguiríamos viagem. Ele respondeu que os médicos iriam decidir. O que eles dissessem a Thai Airways iria acatar. E arcar com eventuais despesas de todos os passageiros. Mais uma estrelinha para a Thai no meu conceito.
Cerca de 40 longos minutos depois, fomos informados que seguiríamos viagem até o nosso destino. E nos convidaram para continuar o voo na primeira classe.
Passamos para a primeira classe. Poltronas enormes e um carrinho recheado de guloseimas à nossa espera, pois o serviço de bordo estava suspenso.
Eu na primeira classe. Pela primeira vez na vida. E a única vontade que eu tinha era de sair dali.
Não comi nada. Apenas rezei, pedindo aos meus santos que encaminhassem minhas preces a quem de direito, pois com certeza o velhinho não era católico.
Apareceu uma comissária. Aproveitei para perguntar sobre o velhinho. Ela disse que apesar de todos os esforços ele não havia resistido ao voo, informando ainda que havia deixado na executiva apenas os familiares do passageiro.
Finalmente o avião pousou. Corri para a porta. Mas não pude sair porque uma equipe médica estava a postos para entrar no avião. Com maca e roupas que mais pareciam de astronautas.
Eles entraram e se dirigiram à classe executiva.
Em seguida, fomos autorizados a sair. Fui a primeira. Único privilégio que usufrui na categoria mais top da companhia aérea.
Não olhei para os assentos da classe executiva. O que eu tinha presenciado já bastava.   
  
 
   
   

domingo, 1 de setembro de 2013

PERRENGUE EM ROMA


O post de hoje é uma mistura de perrengue com dica de restaurante. Explico:
Estávamos em Roma, cidade que demorei a conhecer, mas que passou à lista das minhas favoritas desde o primeiro momento.
Depois de uma manhã cheia de passeios, pausa para o almoço. Escolhemos, aleatoriamente, um restaurante chamado Tritone. Demos sorte. Uma típica cantina italiana, com comida saborosa, preço justo e ótimo atendimento. Recomendo.
Tomás na época tinha 6 anos. Escolhemos uma boa mesa, tiramos casacos, luvas e gorros e levei o Tomás ao toalete.
O garçom nos indicou o caminho. Bastava descer uma escada e veríamos as plaquinhas de “Uomo” e “Donna”.
Descemos e entrei com o Tomás no banheiro feminino. Ele, na pressa que lhe é típica, fez o que tinha de ser feito e subiu correndo as escadas sem me esperar.
Enquanto eu lavava as mãos, uma senhora ao meu lado secou as dela e saiu do banheiro, subindo as mesmas escadas que o Tomás há pouco havia subido. Foi quando escutei um “POW” seguido de um grito de espanto, ou de horror, para ser mais precisa.
Já prevendo o acontecido, pois sexto sentido de mãe não falha, corri sem sequer enxugar minhas mãos. Encontrei Tomás já sentado à mesa, sem uma gota de sangue no rosto.

–O que houve? -indaguei com medo da resposta.
-Eu pensei que fosse você -ele respondeu, já querendo chorar.
- Que fosse eu? Como assim?
-Eu fiquei escondido no começo da escada para te dar um susto...
-E...? -perguntei, sentindo que o sangue do meu rosto também estava sumindo...
-E acabei dando um susto na pessoa errada, mas foi sem querer!
Enquanto eu também me recuperava do susto, nos desculpamos com a senhora, que, graças a Deus, não arrumou confusão.
Pouco tempo depois, o dono do restaurante veio nos cumprimentar, pois o garçom havia informado que éramos turistas brasileiros.
Tomás entrou em pânico, pois, sem entender o diálogo, achava que estávamos sendo expulsos. Perguntou insistentemente: - O que ele quer? –O que ele está dizendo?-O que ele está fazendo na nossa mesa?
Quando o proprietário nos presenteou com alguns souvenirs do restaurante, Tomás respirou aliviado.
Mal sabia o gentil italiano que aquele garoto diante dele estava espantando a sua clientela...
 

sábado, 17 de agosto de 2013

PERRENGUE NO VALLE NEVADO


Mês passado estivemos em Santiago, para o casamento da filha de um casal de amigos chilenos. Como o casamento era no sábado, decidimos viajar na quinta-feira de madrugada e retornar na segunda-feira seguinte, para aproveitar um pouco essa cidade que tanto gostamos.

Da primeira vez que estivemos no Chile era verão e não conhecemos o Valle Nevado. Dessa vez, com um frio de rachar, resolvemos subir a montanha.

O pai da noiva, nosso amigo, nos emprestou o carro dele durante toda a nossa estada. Assim, equipados com GPS, subimos a montanha na sexta-feira, véspera do casamento.

Na subida, o santo ajudou. O GPS nos levou direitinho, sem qualquer problema. Em determinado ponto um guarda nos parou e indagou se estávamos levando correntes para os pneus, pois como estava nevando seu uso era obrigatório. Claro que não tínhamos correntes e ele nos orientou a voltar uns 2km e alugar.

Demos a volta e seguimos até onde havia umas lojinhas que alugavam as tais correntes. O rapaz mediu nossos pneus e colocou as correntes em um saco, explicando que na estrada haveria outras pessoas para prendê-las aos pneus.

Seguimos viagem, passando pelo mesmo guarda e mostrando, orgulhosos, nossas recém adquiridas correntes. Depois de algumas curvas e vários abismos, lá estavam os rapazes que iriam colocar as correntes, mediante, claro, uma pequena contra prestação em pesos.

Correntes colocadas, continuamos a travessia e chegamos ao destino. Nevou muito, mais do que o de costume. Tomás rolou na neve, fez boneco, andou de teleférico e tomou chocolate quente. Deixamos para esquiar em outra oportunidade, pois como era um bate e volta o tempo era muito curto para aulas de esqui.
Por questões de segurança, resolvemos voltar para Santiago antes de escurecer. Ao chegar ao estacionamento, nosso carro estava coberto de neve. Ligamos o aquecedor do carro e tiramos, com as mãos mesmo, a neve dos vidros.  Era só o prenúncio do perrengue que estava por vir...

Começamos a fazer o caminho de volta. A cada vez que freávamos a neve que estava no capô do carro ia para o vidro. Eu descia do carro e limpava tudo. Até aí tudo bem. Mas quando havíamos andado cerca de dois quilômetros o carro começou a patinar. Os freios e o freio de mão não respondiam. As vans de turismo que estavam na estrada estavam patinando também. Tomás começou a chorar com medo. Eu, a quem sempre cabe o papel de Mulher Maravilha, pedia calma, e tentava perguntar aos outros motoristas se aquilo era normal...

O medo de cair de um abismo falou mais alto e decidimos voltar. Acharíamos um hotel para passar a noite e voltar na manhã do dia seguinte. Era altíssima estação, será que haveria disponibilidade? 

Entrei em um hotel chamado Tres Puntas. Havia tanta gente no lobby que demorei a chegar no balcão da recepção. Ao indagar se havia disponibilidade para aquela noite, o recepcionista me pediu para aguardar, pois teria que atender a todas aquelas outras pessoas. Como nossa situação não nos permitia esperar muito, seguimos para um outro hotel, chamado Valle Nevado.

Lá chegando, a recepcionista, bastante gentil, nos informou que sim, havia disponibilidade para aquela noite.  Respiramos aliviados. Mas nosso alívio durou pouco, quase nada. A diária do hotel custava US$ 700,00 por pessoa. Mas não havia problema, o Tomás não pagaria o valor integral. O custo seria de “apenas” US$ 1.800,00. Nos entreolhamos e, claro, começamos a pensar em outras possibilidades.

Voltar de helicóptero? - Não, os helicópteros não estão pousando em razão da nevasca que está caindo lá fora.

Pensamos na possibilidade de voltar de van, deixando o carro para trás. Mas deixar o carro do pai da noiva, na véspera do casamento, não seria uma boa ideia. Ou seria? Mas como perguntar ao dono do carro, se não havíamos habilitado o celular e estávamos dependendo de wi-fi para mandar mensagens por whatsapp?

No meio do impasse, eis que surge o mensageiro do hotel, deixando algumas malas no chão e se oferecendo para ajudar. –Sim, precisamos de ajuda. Você nos empresta seu celular?

Ligamos para o pai da noiva, que nos tranquilizou, dizendo que poderíamos abandonar o carro dele lá e voltar como achássemos melhor, nossa segurança estava em primeiro lugar!

O mensageiro, ouvindo a conversa, sugeriu que contratássemos um motorista para levar nosso carro, indicando um amigo recepcionista que estava saindo de folga para Santiago. Aceitamos, depois de perguntar insistentemente se esse amigo tinha experiência em dirigir na neve.

Meia hora depois chega o nosso motorista. Ele riu da nossa preocupação, afirmando que havia morado três anos em Chicago e que aquela neve não representava nada. Sendo assim, pagamos os US$ 200,00 que ele nos cobrou e zarpamos.

Descemos a montanha tranquilamente e aprendemos que na neve não se deve frear ou puxar o freio de mão. Chegamos sãos e salvos em Santiago e com um perrengue pra contar!

 

Vejam os posts dos outros blogs que estão participando desta blogagem coletiva:


1. Claudia Pegoraro, Felipe, o pequeno viajante:

2. Karen Schubert Reimer, As Aventuras da Ellerim Viajante:

3. Cinthia Rangel, Boa Viagem: http://boa-viagem7.webnode.com//

4. Adriana Pasello, Diário de Viagem:

5. Francine Agnoletto, Viagens que Sonhamos:

6. Eder Rezende, Quatro Cantos do Mundo:
http://quatrocantosdomundo.wordpress.com/2012/03/04/a-nem-tao-perigosa-nairobbery-nairobi-quenia/

7. Erica Kovacs, Viagem com Gêmeos

8. Debora Godoy Segnini, Gosto e Pronto: http://www.gostoepronto.com/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem/

9. Ludmyla De Sena Broniszewski, Two Many Sides of Me:
 
10. Renata Schiffer, A Renata teve infância e sabe ser feliz!: http://www.renataschiffer.com.br/?p=541
 
11. Andréia Mannarino, Mistura nada básica :
http://misturanadabasica.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-que.html

12. Andréa Barros, Do RS para o Mundo: http://dorsparaomundo.blogspot.com/2013/08/segunda-blogagem-coletiva-os-perrengues.html

13. Andrea Martins, do Malas e Panelas: http://malasepanelas.com/viagens-em-familia-saudades-do-carrinho/
 
14.Aryele Herrera, Casa da Atzin :
http://casadaatzin.wordpress.com/2012/10/19/o-dia-em-que-eu-apaguei-em-toquio/
 
15. Flávia Maciel, Bebê pelo Mundo:
http://bebepelomundo.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-viagens-em-familia.html 

16. Renato Martins, do Renato Blogging (nada a ver o nome, é um blog antigo que posto raramente):http://renatoblogging.blogspot.com.br/2013/08/o-maior-perrengue-que-passamos-viajando.html 
 
17. Sut-Mie Guibert, Viajando com Pimpolhos: http://viajandocompimpolhos.com/2013/08/12/blogagem-coletiva-nossos-perrengues-de-viagem-em-familia/

18. Andreza Trivillin, Andreza Dica e Indica Disney:
http://www.andrezadicaeindicadisney.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem.html

19. Debora Galizia, Viajando em Família: http://viajandoemfamilia.com.br/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem/

20. Thiago Cesar Busarello, Vida de Turista: 
http://www.vidadeturista.com/artigos/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem/

21. Ana Cinthia Cassab Heilborn, Travel Book: http://www.travelbook.blog.br/2013/08/nossos-perrengues-de-viagem-em-familia.html

22. Ingrid Patrícia Cruz, Viagens em Família:
http://grupoviagensemfamilia.wordpress.com/2013/08/13/blogagem-coletiva-todo-mundo-tem-um-perrengue-pra-contar/

23. Michely Lares, Viagens da Família Lares:
http://viagensdafamilialares.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues.html?m=1

24. Karla Alves Leal, Cariocando por aí:
http://www.cariocandoporai.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem.html

25.Marcia Tanikawa, Os Caminhantes Ogrotur: http://oscaminhantes.com/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem.html

26. Mônica Paranhos, Viagens em Família:
http://grupoviagensemfamilia.wordpress.com/2013/08/15/blogagem-coletiva-nossos-perrengues-de-viagem-em-familia/
 
27. Patricia Papp, Coisas de Mãe:
http://coisasdemae.wordpress.com/2013/08/15/blogagem-coletiva-o-dia-que-a-luiza-parou-o-metro-de-londres/

28. Cynara Vianna, Cantinho de Ná:
http://cantinhodena.com.br/2013/08/15/perrengues-e-viagens-quem-nunca-passou-por-um/

29. Cristiane Martins, Dias Viajando por aí: http://diasviajandoporai.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-em-viagens.html

30. Guilherme Canever, Saiporaí: http://saiporai.com/tambemsai/
 

32. Vera Leitão, Mundo anfitrião: http://www.mundoanfitriao.blogspot.com.br/2013/08/perrengue-no-valle-nevado.html
 
33. Miriam Vargas Nunes Neto, Clube de Viagens Mom:  http://clubedeviagensmoms.com.br/em-uma-viagem-nem-tudo-sao-flores-post-sobre-meus-maiores-perrengues/
 
34. Flávia Peixoto Viajar é tudo de bom
http://www.viajaretudodebom.com.br/2012/07/20/meus-perrengues-de-viagens 

35. Daniella Sousa Reis, André e Dani + Pedro:
http://www.sousareis.com/post/58746794731/perrengues-em-viagem-quem-nao-tem
 
36. Ligia Cantarelli, Sem vígula antes de etc.: http://www.semvirgulaantesdeetc.com.br/206/
 
37. Luciana Bordallo Misura, Colagem http://luciana.misura.org/2013/08/22/os-perrengues-de-viagem-da-nossa-familia-blogagem-coletiva/

38. Kelly Resende, Bebê Piccolo http://bebepiccolo.blogspot.com.br/2013/08/blogagem-coletiva-perrengues-de-viagem.html

39. Susana Spotti, Viagem Simplesmente
http://viagemsimplesmente.blogspot.com.br/search/label/Perrengues%20nas%20viagens.

 
41. Alexandra Aranovich,  Café Viagem

42. Luísa Pinto, Diário da Pikitim
http://www.pikitim.com/blog/sustos-em-viagem/
 

 
 
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