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sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2016 - PARTE 1


DIA 1

Saímos de Fortaleza no voo da TAP em direção a Lisboa.

Chegamos em Lisboa por volta das 11 da manhã. Como ainda tínhamos algumas horas até nosso voo para Paris, pegamos um táxi e fomos para a Praça do Comércio.


Almoçamos no Restaurante do Museu da Cerveja. Destaque para o pastel de bacalhau.

 

 
Pegamos um táxi de volta ao aeroporto e embarcamos para Paris também pela TAP.

Chegando em Paris, pegamos um transfer da empresa Prestige Private Transfer, que havíamos contratado ainda no Brasil.

Não nos hospedamos em hotel. Alugamos um apartamento novamente pelo site Abritel (Já fiz um post aqui no blog explicando tudo sobre aluguel de apartamento em Paris. Para ler, basta clicar aqui). Dessa vez ficamos no bairro do Marais, pertinho do Centro Georges Pompidou.

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


Deixamos as malas no apartamento e demos uma volta a pé, onde paramos para jantar no Restaurante Chouchou. Cardápio variado e excelente atendimento.
 

DIA 2

Acordamos e fomos tomar café no Mc Donald’s. De lá, saímos a pé, passando pelo Hôtel de Ville, Catedral de Notre Dame e Quartier Latin.
 

Hotel de Ville
 
 
Pegamos o metrô e fomos para a Champs Elysées, onde o Marché de Noël, a tradicional feirinha de Natal de Paris, já estava montada.    

Almoçamos no restaurante Au XV du Rond Point, onde o Tomás disse ter comido a melhor mousse de chocolate da vida.

 
 
De metrô, seguimos para a Lavinia, uma loja especializada em vinhos. Do lado, um mercado Monop’, onde fizemos compras para o apartamento.

Pegamos um táxi e fomos para casa, onde fizemos o jantar como uma família parisiense.

 

DIA 3

Tomamos café da manhã em casa e fomos para a estação de metrô, onde soubemos que, em virtude do alto índice de poluição na cidade, os metrôs estavam circulando gratuitamente, como uma forma de incentivar as pessoas a deixar os carros em casa.

Pegamos o metrô e fomos para as Galeries Lafayette. A decoração de Natal deste ano tem como tema ursos polares. Não gostei muito, pois achei que faltou o brilho que é inerente à loja.
 

 

Após visitar o prédio de moda feminina, atravessamos a rua e fomos para o prédio de moda masculina. Depois, fomos para o edifício Gourmet, onde há vários quiosques vendendo todo tipo de comida. Almoçamos por lá.

De metrô, seguimos para Montmartre. Dessa vez, consegui tirar foto no Mur des Je t’aime (Muro dos Eu te Amo), que é um muro onde está escrito a frase “Eu te Amo” em mais de 300 línguas.

Como o funiculaire que sobe para a parte mais alta do bairro não estava funcionando, pegamos um táxi. Após caminhar um pouco, escolhemos jantar no restaurante La Mère Catherine. Comida boa e música ao vivo. Acertamos na escolha.

Descemos a pé até a estação, onde pegamos o metrô pra casa.

  

DIA 4


Tomamos café em casa. 

À noite, fomos conhecer o Budha Bar, que existe em várias cidades do mundo. É um bar muito bacana, com uma decoração maravilhosa, mas os preços são bem altos. Tomamos apenas alguns drinques, acompanhados de sushi, e seguimos para o Quartier Latin.
 
Budha Bar


O metrô estava circulando gratuito novamente.

Jantamos em uma das várias lanchonetes que servem pratos árabes, como kebab, falafel, e shawarma.  

 Voltamos para casa de metrô.
 
 
 
 
 

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

ALUGANDO APARTAMENTO EM PARIS


Em dezembro de 2008 resolvemos passar 20 dias em Paris, incluindo o Natal e o Réveillon. Tomás tinha, na ocasião, 3 anos e meio.
Para ele ficar mais a vontade e para sentirmos um pouco do cotidiano parisiense, optamos por alugar um apartamento.
Depois de muito pesquisar, alugamos através do site www.abritel.fr, no qual particulares anunciam seus imóveis.
Escolhemos um apartamento de uma família francesa que morava no imóvel, mas que sempre viajava no final do ano e alugava a própria residência para ajudar no orçamento. Isso nos deu a segurança de que tudo estaria funcionando, pois imóveis destinados exclusivamente a aluguel às vezes possuem problemas “ocultos”.
O apartamento de 130m² ficava no Trocadéro, com vista para a Torre Eiffel. Três quartos, uma ampla sala com um sofá que virava cama de casal, um banheiro, um lavabo, uma cozinha e uma pequena varanda. As fotos do site condiziam com a realidade.
 
 Sala do Apartamento
 
 
Nossa negociação foi diretamente com a proprietária. Metade do pagamento foi feito antes da viagem, por meio de depósito bancário (através de uma corretora de câmbio). O restante pagamos ao chegar em Paris. Como éramos 6 adultos e uma criança (todos da mesma família), pagamos bem menos do que pagaríamos se ficássemos em hotel. 
 
 Tomás curtindo a vista da Torre Eiffel
 

 
Antes de fecharmos o negócio, nos certificamos sobre alguns aspectos:
- Se havia elevador no prédio;
- Se o imóvel ficava perto de uma estação de metrô;
- Se havia supermercado nas proximidades.
- Se poderíamos contar com alguém para fazer algum serviço de limpeza (pago à parte, claro).
O apartamento ficava no 5° andar e havia elevador. O prédio ficava a cerca de 150m de duas estações de metrô – Trocadéro e Passy.  Na esquina havia um mercadinho e a algumas quadras um Carrefour.
Fazíamos compras no Carrefour e mandávamos deixar “em casa”, para não carregarmos sacolas.
Viramos fregueses do mercadinho. Nada mais cômodo do que dobrar a esquina e ter frutas e pães fresquinhos. E o dono sempre mandava um chocolate para Tomás. Que no dia seguinte passava lá e soltava um “Merci, Monsieur”.
 
 Mercadinho onde fazíamos compras
 
 
 
A dona do apartamento nos recomendou uma faxineira, que, para nossa surpresa, era portuguesa. Foi ela quem nos entregou as chaves e nos mostrou o apartamento quando chegamos. Contratamos seus serviços duas ou três vezes e o pagamento foi feito por hora trabalhada.
Não havia objetos pessoais dos moradores, como roupas, sapatos ou fotos. Havia alguns armários com cadeados, onde acredito que os pertences tinham sido guardados.
 
Cozinha do Apartamento
 
 
Havia máquina de lavar e na parede da cozinha tinha uma espécie de gaveta. Abríamos essa gaveta e nela jogávamos os sacos de lixo, que desciam por uma tubulação até o térreo. Ou seja, não precisávamos recolher o lixo e levá-lo para fora. 
   
A experiência foi extremamente positiva, principalmente porque, como Tomás dormia muito cedo, praticamente não saíamos à noite. E nada melhor do que fazer uma massa e ir para a varanda esperar a Torre Eiffel piscar...
 
 
 
 
 
 

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