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sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

SOUVENIRS DOS PARQUES DA DISNEY


Não há quem resista a trazer souvenirs de viagem. E quando a magia Disney está envolvida, melhor ainda. Neste post, falarei sobre lembranças que você pode trazer dos parques.


Dólar da Disney

Moeda oficial da Disney, o Disney Dollar pode ser usado nas lojas dos parques, resorts, hotéis e restaurantes do grupo. Há notas de 1, 5 e 10 dólares. 1 dólar americano equivale a  1 dólar da Disney. A troca pode ser feita nas lojas ou no Guest Service dos parques. Infelizmente, a impressão dessas cédulas foi suspensa em maio de 2016.

 


 

Álbuns de Fotos

Se você, como eu, imprime as fotos de viagem, nada mais apropriado do que guardá-las nos álbuns decorados com personagens Disney. Nas lojas dos parques você encontra de vários tamanhos, cores e preços.



 


 
Baldes de Pipoca

Espalhados pelos parques há carrinhos de pipoca, sorvete, doces e outras guloseimas. Não se deliciar com tanta oferta é praticamente impossível. Você pode comprar pipoca em baldes temáticos e levá-los pra casa como souvenir.

 




 
Bonecos de Pelúcia

É necessário muito autocontrole para não gastar todo o orçamento da viagem em bonecos de pelúcia. São lindos e há uma variedade enorme de personagens. O ideal é negociar com as crianças o limite de crédito que cada uma tem. Elas tendem a pensar duas vezes quando a questão é gastar o dinheiro “delas”.

 


 

Amenities

Se você está hospedado em algum dos hotéis da Disney ou embarcou em um cruzeiro da Disney Cruise Line, não vai resistir a encher a mala com os sabonetes e os vidrinhos de shampoo, condicionador e hidratante que são colocados todas as manhãs no banheiro.




 

Broches

Você já deve ter notado que os funcionários dos parques andam com um colar (lanyard) com vários broches (pins) afixados. Há uma infinidade de modelos de broches. Você pode adquiri-los nas lojas e trocá-los com os funcionários. Há algumas regras que devem ser seguidas: Apenas broches de metal e em boas condições podem ser trocados; você deve oferecer para troca apenas broches que o funcionário não tenha; são permitidas apenas duas trocas com o mesmo empregado, por dia.

 

 

Pressed Coins

As pressed coins são moedinhas que podem ser adquiridas em máquinas espalhadas pelos parques. Você insere duas moedas de 25 centavos e uma moeda de 1 centavo e escolhe o desenho que deseja ver impresso. Após girar uma manivela, sua moeda fica pronta. Há dessas máquinas em várias atrações turísticas dos Estados Unidos. Você pode comprar o álbum para colocá-las, evitando, assim, perdê-las. Se você quiser usá-la como acessório, pode comprar uma pulseira própria para afixar sua moeda preferida.  

 

 



















Caderno do Magic Kingdom

Você pode adquirir, gratuitamente, na entrada do Magic Kingdom, um caderninho de explorador. Nele há vários desafios. A cada desafio completado, você recebe um adesivo que é colado no caderno. Há vários quiosques espalhados pelo parque, onde os funcionários distribuem os adesivos. Caso você não consiga cumprir tudo o que é proposto, pode guardar o caderno e levá-lo em outra visita.
 




Tomás recebendo seu caderno

 

Caderno de Autógrafos

 Além de tirar foto com os seus personagens favoritos, você pode eternizar o encontro pedindo um autógrafo. Além de comum, isso é incentivado nos parques, com a venda dos Autograph Books. Nele, você colhe a assinatura de heróis, princesas, ratos, patos, cachorros, vale tudo!



Tomás pedindo autógrafo a um dos integrantes do Blue Man Group

 





















 

sábado, 22 de março de 2014

CABELO DE ELEFANTE


De acordo com a mitologia Africana, a conexão entre o céu e a terra, o corpo físico e o espírito, é o elefante. Por essa razão, muitos africanos usam joias e adornos feitos de “cabelo de elefante”, o que, segundo dizem, traz sorte, prosperidade e saúde.

O “cabelo” ou o que para mim faria mais sentido - o pelo - que é utilizado para a confecção dos adereços é obtido do rabo do elefante e é encontrado na natureza, perdido pelos animais após se esfregarem na vegetação.

Na minha viagem à África do Sul (dicas aqui) trouxe um par de brincos e um pingente feitos com cabelo de elefante.

São lindos e de quebra ainda oferecem proteção!

 
Outro lado do pingente





 

 


segunda-feira, 30 de setembro de 2013

MEZUZÁ



A mezuzá (em hebraico, "umbral de porta") é um pequeno estojo que contém um pergaminho no qual estão escritas duas passagens bíblicas, "Shemá" e "Vehaiá".


O "Shemá" proclama a unicidade do Deus único e o eterno e sagrado dever de servi-lo.

O "Vehaiá" expressa a garantia divina de que a observância dos preceitos da Torá será recompensada e previne sobre as consequências da desobediência.

Desde tempos imemoriais a mezuzá vem marcando o lar judeu e identificando-o como uma residência judia.

Para o povo judeu, a mezuzá afixada na porta sempre constituirá sua maior proteção. É um lembrete diário para a família judaica de sua responsabilidade para com Deus e a comunidade. Para a comunidade, é um sinal de que aquele é um local onde as leis de Deus imperam supremas.
A mezuzá deve ser afixada no umbral direito da porta de cada dependência de um lar ou estabelecimento judaico.
Quando a porta se abre para dentro do cômodo a mezuzá é afixada do lado direito de quem entra; quando a porta se abre para fora, ela é afixada do lado direito de quem sai.
A mezuzá pode ser afixada por qualquer membro da família.
Quando estive em Israel, observei que na entrada da maioria das casas e das lojas havia um objeto. Indaguei para a proprietária de uma loja e fui informada que se tratava da mezuzá. Não conhecia esse aspecto da tradição judaica e achei extremamente interessante.
Apesar de não ser judia, da minha viagem para Israel (dicas de Jerusalém aqui), trouxe uma mezuzá e afixei na porta da minha casa. Porque na minha casa também imperam as leis de Deus.
 



 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

AS MÁSCARAS DE VENEZA


As máscaras de Veneza surgiram durante o carnaval, época na qual os venezianos podiam se permitir divertimentos proibidos em outras épocas do ano.
 
As máscaras preservavam a identidade, além de possibilitar ser alguém diferente durante algumas horas. Pobres e ricos, nobreza e povo se misturavam em uma alegria sem precedentes. Até mesmo os religiosos, disfarçados em suas belas máscaras, podiam sair livremente, expressando-se de maneira que não poderiam fazer em outras ocasiões.
 
No entanto, as máscaras mais famosas de Veneza eram independentes do Carnaval. Saídas noturnas, de damas e cavalheiros, para encontros galantes nas gôndolas ou nos palacetes dos canais, ou mesmo só para um jantar elegante, exigiam a discrição e requinte da meia máscara.

As tradicionais máscaras de Veneza são feitas em papel machê. Primeiramente, se constrói com argila o rosto que será representado. Em seguida, um molde em gesso determina a forma que a máscara terá. O molde é coberto com papel machê, mistura de papel e cola que deve secar lentamente. Depois de endurecida, a máscara é retirada do molde e coberta com uma fina camada de um papel especial. Finalmente, a peça é decorada com pintura, plumas, tecidos e brocados.
 
Impossível não se encantar com a riqueza e o colorido das máscaras espalhadas por Veneza durante todo o ano. E mais difícil ainda não trazer esse símbolo veneziano para casa.
Da minha viagem para Veneza (dicas aqui) trouxe brincos, anel e pingente.
 
 

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

O DRAGÃO DE WAWEL


A lenda do Dragão de Wawel é uma das mais antigas e conhecidas da Polônia.

Diz a lenda que após um longo período de prosperidade, a desgraça chegou ao país do príncipe Krak (origem do nome Cracóvia). Vários animais e moradores da região estavam desaparecendo sem qualquer razão .

Um dia um jovem, indo pegar ervas na beira do Rio Vístula, se aproximou do sopé da colina Wawel. Lá, ele viu alguns ossos e, um pouco mais longe, no rochedo da colina, ele avistou uma gruta e ao lado dela um dragão enorme e pavoroso que repousava tranquilamente ao sol. Ele era coberto de escamas verde-amarelas reluzentes e possuía patas imensas como troncos.

A novidade se espalhou entre os habitantes. O príncipe Krak reuniu seus conselheiros e cavaleiros mais valentes e ordenou que matassem o dragão. Todas as tentativas foram inúteis. Então, o príncipe Krak prometeu: Aquele que libertar a vila do dragão, cavaleiro ou não, terá a mão da princesa Wanda e metade do reino.

Assim, vários príncipes e cavaleiros chegaram ao castelo de Krak, mas ninguém conseguiu vencer a besta. Foi quando surgiu um pobre sapateiro, de nome Skuba, dizendo ao príncipe ter encontrado um meio de liquidar o dragão e pedindo, para isso, um carneiro bem gordo.

O sapateiro, então, matou o carneiro, o abriu e encheu com uma mistura de enxofre e alcatrão. À noite, durante o sono do dragão, ele deixou o carneiro na entrada da gruta. De manhã, uma violenta explosão acordou todos os habitantes da vila. Depois de ter engolido o carneiro, o guloso monstro teve uma sede terrível, desceu ao rio e bebeu tanta água que sua barriga explodiu, espalhando os pedaços do seu corpo por toda a região.

E assim o reino de Krak foi libertado do perigo. O sapateiro casou-se com a bela princesa e foram felizes para sempre.

Você pode visitar a gruta do dragão, que fica no complexo do Castelo de Wawel. Por toda Cracóvia você encontra vários souvenirs da fera. Da minha viagem (dicas aqui) trouxe um caderno bem diferente para o Tomás.  



domingo, 25 de agosto de 2013

MATRIOSKAS


Diz a lenda que um artesão russo chamado Sergei, que esculpia bonecas em pedaços de madeira, certo dia criou um exemplar muito bonito.
Não tendo coragem de vendê-la, levou-a para sua casa e a colocou no criado mudo em seu quarto.
Todas as noites, antes de se deitar, perguntava a Matrioska (como resolveu chamá-la) se ela estava feliz. E ela respondia sempre que sim.
Em uma dessas noites, após fazer a mesma pergunta, Matrioska respondeu a seu artesão que não estava mais contente. E que para voltar a ser feliz, ela queria um bebê, uma filha. “Terei que te abrir e isso será doloroso” – respondeu Sergei.  E ela disse: “Na vida, as coisas importantes requerem um pequeno sacrifício”. E sem pensar  duas vezes, ele talhou uma réplica menor e a chamou de Trioska. Ela já não se sentia mais sozinha.

    O instinto maternal se apoderou também de Trioska e Sergei concordou que esta também teria uma filha e se chamaria Oska. Mas Oska também queria um descendente. E lá foi o artesão fazer uma filha para Oska. Para evitar que a nova boneca também pedisse uma filha e aquilo tudo não acabasse mais, antes de colocá-la dentro de Oska, deu-lhe um par de bigodes, transformou-o em um boneco e o batizou de Ka. Depois o colocou em frente ao espelho e disse: “Você é um homem, não pode ter filhos!”

    Então colocou Ka dentro de Oska. A Oska dentro da Trioska e a Trioska dentro da Matrioska. Um dia, misteriosamente, Matrioska desapareceu com toda sua família dentro. Sergei ficou desolado.

  Não poderia voltar de Moscou (Dicas aqui) sem pelo menos um exemplar do souvenir mais popular da Rússia. Assim, trouxe uma Matrioska para mim e duas para o Tomás (com motivos infantis e masculinos, claro). Trouxe também um par de brincos e um chaveiro. Tudo isso pode ser encontrado em quaisquer das centenas de lojinhas de souvenir espalhadas pela cidade!!!

 
 
 
 

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