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sexta-feira, 13 de maio de 2016

CURIOSIDADE: VIDA NOS ESTADOS UNIDOS - LIXO



Como em Austin/TX morávamos em apartamento, nunca me atentei para o assunto “lixo”.
 
No corredor do nosso andar havia uma sala. No fundo dela uma parede com uma espécie de gaveta. Bastava abrir a gaveta (a qualquer hora e a qualquer dia) e jogar o saco de lixo dentro. Pronto. Simples assim.

Suponho que a tubulação por onde o saco descia até o térreo levava meu lixo para um container, de onde era recolhido pela Prefeitura. Nunca fui atrás de saber.

Em Davis/CA estamos morando em casa. Por isso, além de estar atenta para jardim, quintal e para toda uma área várias vezes maior que o apartamento, tive que me informar sobre o sistema de coleta de lixo. E estou expert no assunto.

Aqui o caminhão do lixo só passa uma vez por semana. Sim, também me surpreendi quando soube. Mas passado o pânico, percebi que isso não representava um problema de saúde pública: O papel higiênico pode e deve ser jogado no vaso sanitário; o resto de comida vai para o ralo da pia, onde o triturador se encarrega do serviço. Ou seja, não há mal cheiro na lixeira.

Por falar em lixeira, toda casa tem duas lixeiras padronizadas pela Prefeitura. Uma para o lixo comum e outra para o lixo reciclável.
 


Na minha vizinhança o caminhão de coleta passa às quintas-feiras. Na quarta à noite eu coloco as lixeiras na rua, próximas à calçada.

As caixas grandes de papelão, que na época da mudança foram muitas, devem ser colocadas abertas, no chão, entre uma lixeira e outra. É, a coisa é organizada.

O primeiro carro de coleta que passa é o que recolhe as caixas de papelão. Um carrinho pequeno, com um rapaz que dirige, para, recolhe as caixas e volta pro volante.

Depois passa o caminhão que recolhe o lixo comum. Caminhão grande, com volante do lado direito. Não há pessoas recolhendo o lixo. É tudo mecanizado. O vídeo abaixo mostra como é feito.

 

 

Em seguida passa o caminhão do lixo reciclável. Por volta das 9 da manhã já está tudo recolhido.

Na primeira vez que coloquei o lixo na rua, misturei as lixeiras e coloquei o que não devia no recipiente destinado aos recicláveis. Quando fui pegar minhas lixeiras para colocar dentro de casa, havia um bilhete afixado em uma delas. A coleta pedia desculpas, mas como eu não havia seguido o protocolo, infelizmente meu lixo não ia ser recolhido. Senti-me a menos civilizada das criaturas.

Aqui também existe o que se chama de coleta verde. Às segundas-feiras é recolhido o yard waste, ou seja, podas de árvores e folhas. Ao limpar o jardim ou quintal, o lixo deve ser colocado na rua, em frente à casa. Uma escavadeira pequena recolhe o lixo e coloca dentro do caminhão que vem logo atrás. O lixo é encaminhado para programas de compostagem.

 
 
Esse é o tipo de coisa que a gente não aprende nas viagens de férias.
 
 

 

   

segunda-feira, 2 de novembro de 2015

HALLOWEEN NOS ESTADOS UNIDOS


Tomás sempre adorou o Halloween. Mesmo no Brasil, onde ele participava apenas da festa no curso de inglês, o dia 31 de outubro era ansiosamente esperado.

Vivenciar a data aqui nos Estados Unidos foi algo inesquecível.

Em setembro as lojas já ficam repletas de produtos sobre o tema. Abóboras, zumbis, esqueletos, bruxas, tem de tudo. Material escolar, artigos para casa, decoração, roupas, fantasias.

Comprei na Hobby Lobby, uma loja que eu adoro, alguns itens para dar um toque especial à casa: uma plaquinha para a porta, guardanapos, pano de prato e pratinhos descartáveis. Mas as casas aqui investem pesado na decoração. Algumas até se transformam, no dia da festa, em Haunted Houses, com os moradores mascarados assustando os visitantes!


Porta da nossa casa
Casa do nosso vizinho

 
 

 
 

 
 
 
 

A fantasia do Tomás, de Harry Potter, comprei na Party City, onde havia uma infinidade de opções para crianças e adultos. Ao contrário do que se pensa, as fantasias não são apenas de monstros ou seres assustadores. Pode-se usar qualquer disfarce, incluindo Princesas e Super Heróis.
 

Harry Potter com direito a cicatriz

Compramos uma abóbora gigante, um kit para esculpi-la e uma lâmpada de LED para colocar dentro. Como não tínhamos experiência no assunto, assistimos alguns vídeos no You Tube. E, para ter sido a primeira vez, nossa abóbora ficou bem legal! Mas o kit é dispensável, nada como uma boa faca afiada!

 




















 Os doces para dar às crianças foram comprados no supermercado. As prateleiras estavam lotadas de pacotes grandes, de 100, 200 e até 300 chocolates, bombons e pirulitos. A tigela toda decorada com morcegos e gatos pretos, em que coloquei as guloseimas, foi comprada na Dollar Tree.


 

Na cidade em que moramos, Davis/CA, há trinta anos as crianças recebem na escola uma caixinha para que, além de pedirem doces, elas possam arrecadar também contribuições para o UNICEF. Achei a ideia bem interessante, pois a brincadeira passou a ter uma causa nobre.

Caixinha que o Tomás recebeu da escola
 

Ao anoitecer do grande dia, as crianças saíram em busca dos doces. Tomás saiu com um amigo e só retornou às 10 da noite. Enquanto estava fora, me ligava a cada minuto para saber para quantas crianças eu já tinha dado bombons. Ele queria estar na rua e em casa ao mesmo tempo!

Saldo do final da noite: Um saco enorme de chocolates, chicletes e pirulitos; Uma caixinha com mais de US$ 20,00 para o Unicef e uma experiência pra toda a vida.


 
 
 

sexta-feira, 27 de março de 2015

DIÁRIO DE BORDO - CALIFÓRNIA


DAY 1

Voamos de Austin para San Francisco pela Virgin America, companhia aérea na qual eu nunca tinha viajado. Excelente serviço e avião novinho.

Chegamos já de noite e, no aeroporto, pegamos o carro que tínhamos reservado na Álamo.

A cidade estava completamente lotada, uma loucura. Fizemos check-in no Hotel Hilton Garden Inn. O Hotel fica do outro lado da Bay Bridge, em uma localidade chamada Emeryville.

 
 
 
 
 
Jantamos no próprio hotel e nos preparamos para o dia seguinte.

 

DAY 2

Tomamos café da manhã no hotel e partimos de carro para Davis, cidade que será nossa próxima morada a partir de junho.

A finalidade da viagem foi visitar Davis, por isso optamos em ficar em um hotel mais próximo da saída de San Francisco.

Após 50 minutos, chegamos no nosso destino. Caminhamos pelo centro dessa cidade universitária e fomos até o Davis Farmer’s Market, onde tomamos um delicioso suco de maçã orgânico.

Tomás preferiu tomar sorvete na Yolo Berry Yogurt, que fica lá próximo.

Almoçamos em um restaurante italiano chamado Paesanos e depois seguimos para uma visita à University of California (UC), mais especificamente à School of Law. Impressionante.

De lá fomos até o Slide Hill Park, um parque super bem cuidado cuja atração principal, que dá nome ao parque, consiste em uma rampa de pedra, onde as crianças escorregam. Para conferir a performance do Tomás, é só clicar no vídeo abaixo.

 
 
Após um breve reconhecimento da cidade, pegamos novamente a estrada e retornamos para San Francisco.

Era dia 14 de fevereiro, Valentine’s Day nos Estados Unidos. Então não precisa dizer que os restaurantes estavam lotados. Após muito procurar, sentamos no Sauce, um restaurante localizado em um beco denominado Belden Place, no chamado French Quarter de San Francisco. Sem perceber, estávamos em um dos locais mais descolados da cidade.

 Day 3

Tomamos café no hotel e como o trânsito na cidade estava infernal, resolvemos sair de táxi.

Fomos para a Lombard Street, aquela rua que tem uma ladeira super íngreme em zigue-zague, cenário de vários filmes e seriados.
 

De lá, seguimos para a Golden Gate Bridge, símbolo da cidade. Muito linda.

 
 
 
 
Após, fomos para o Pier 39, cheio de lojas, sorveterias e restaurantes. Parada obrigatória. Escolhemos almoçar no Swiss Louis, um restaurante com uma linda vista pra baía de San Francisco e um Clam Chowder maravilhoso.
 
Fomos para o hotel descansar um pouco e à noite voltamos para o Belden Place. No caminho, paramos em Chinatown para algumas fotos e seguimos para o restaurante B44 Catalan Bistro, onde jantamos uma excelente paella.

 

DAY 4

Tomamos café no hotel e fizemos o check-out. Atravessamos a Golden Gate e fomos até Sausalito, uma cidadezinha super fofa.

Ficamos andando pela orla, vendo as lojinhas e os cafés. Um local que definitivamente precisamos voltar com mais calma.

Atravessamos novamente a Golden Gate em direção a San Francisco e paramos no Fisherman´s Wharf, onde pegamos o tradicional bondinho. Eu que achava que o bondinho era gratuito, como o de Dallas, acabei tendo em desembolsar 12 dólares por um bilhete de ida e volta. Tomás pagou o mesmo valor. Apenas crianças menores de 4 anos não pagam.


Descemos do bondinho e almoçamos no Nob Hill Cafe. Comida apenas razoável.

Pegamos o bondinho de volta para o Fisherman´s Wharf, onde deixamos o carro e de lá seguimos para o aeroporto.

See you soon, California!

 

 

 

  
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