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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

RESTAURANTES EM AUSTIN/TX


Depois de morarmos seis meses na capital do Texas, o post de hoje é um apanhado dos melhores restaurantes que frequentamos durante nossa estada.

Existem vários outros igualmente bons, centenas, arrisco-me a dizer. Austin é um paraíso da gastronomia.

Além das famosas cadeias de restaurantes, como Red Lobster, Cheesecake Factory, Outback, Chipotle e Longhorn, que também possuem filial em Austin e são os queridinhos dos turistas, quem visita a cidade também pode fugir do óbvio e se surpreender. Aí vai a minha listinha:
 

Restaurantes Italianos:

Pertinho de onde morávamos está o Mandola’s, mistura de cantina com Italian market. Preço justo, ambiente agradável e comida boa.

No elegante bairro Domain fica o Maggiano’s Little Italy, que também tivemos a oportunidade de conhecer em Sacramento/CA e Orlando/FL. Excelente.
       

Restaurantes Asiáticos:

Sway – Restaurante de cozinha tailandesa. Ambiente lindo, preço justo e comida maravilhosa.

Uchiko – Restaurante japonês mais badalado de Austin. Necessário fazer reserva com antecedência. O preço não é muito camarada, mas a comida é de qualidade.


Restaurante Mexicano:

Em Austin há vários restaurantes de comida mexicana e Tex-Mex. Eu adoro o Abuelo´s, que fica próximo ao Barton Creek Square Mall.


Restaurantes Brasileiros:

Pra matar a saudade de casa, íamos sempre no São Paulo. Restaurante simples, com comida caseira. No menu, dentre outros pratos, bife acebolado, bobó de camarão, coxinha e pão de queijo.

Fogo de Chão – Famosa churrascaria com rodízio de carnes e buffet de saladas.

Estância – Também uma churrascaria com rodízio de carnes, não fica atrás do Fogo de Chão e tem o preço mais acessível.

Restaurantes com vista:

Adorávamos o County Line on the Lake. À beira de um lago cheio de patos e tartarugas, esse restaurante serve o melhor pão caseiro da cidade. As crianças podem comprar, em maquininhas, comida para dar aos patos. A vista é linda e os pratos são bem fartos.
 
 


 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Mozart’s Coffee Roasters – À beira do Lake Austin, esse café é bem charmoso, ideal para um lanche no final de tarde.
 

Lanchonetes:

Por falar em lanche, Tomás adorava o P. Terry’s. Cadeia de lanchonete texana, os hambúrgueres são deliciosos.

Home Slice Pizza – Servindo a autêntica NY-style pizza, essa pizzaria é um sucesso.

Pouco antes de irmos embora, foi inaugurada em Austin a lanchonete Shake Shack, super famosa em NYC. Não chegamos a conhecer, mas se for tão boa quanto a de Manhattan, vale a visita.

Restaurantes mais sofisticados:

Eddie V’s – Para mim, o número 1 de Austin. Você pode optar por ficar no bar, ouvindo música ao vivo, ou jantar no outro ambiente, mais calmo e silencioso. Excelente comida e atendimento.

Olive & June – O restaurante é lindo, mas os pratos são servidos em porções bem pequenas.

The Capital Grille – Outro restaurante que também está em outras cidades americanas, como Orlando e Dallas, possui excelente cozinha e serviço impecável.

Daily Grill – Localizado no bairro Domain, boa opção para almoço ou jantar.

Wink - Restaurante pequeno e com excelente atendimento. Comida maravilhosa.

Searsucker – Excelente carne e ambiente bem agradável.
 

Food Trucks:

Em Austin os food trucks são bem comuns, existindo mais de 1000 food trailers espalhados pela cidade. Os que ficam aos domingos no Farmer’s Market, do bairro Mueller, são excelentes.
 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Sorveteria:
Tomás adorava ir na Amy’s, sorveteria onde os atendentes fazem malabarismo com as bolas de sorvete.







quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

DIÁRIO DE BORDO - PARIS - JOUR 1



Saímos de Fortaleza domingo, no voo noturno da TAP com destino a Lisboa.
Chegamos à capital lusa por volta das 9:00, hora local.
Esperamos cerca de 4 horas pela conexão para Paris. Como o aeroporto de Lisboa é bem grande, o tempo passou rapidinho.
Pousamos na Cidade Luz às 16:30. Logo nos deparamos com o aeroporto sem táxis, devido a uma greve. Greve essa já de nosso conhecimento, graças às informações do blog Conexão Paris.
De acordo com o blog, a melhor opção para sair do aeroporto seria pegar o RER. Entretanto, a Air France disponibilizou vários ônibus para os passageiros, independentemente da companhia aérea, ao preço de € 12,50 por pessoa. Segundo informações do motorista, desceríamos na Champs Élysées, ou seja, pertinho do nosso hotel.  
Chegando próximo aos Invalides, o motorista avisou que a Champs Élysées estava interditada por conta da greve. Tivemos que descer ali.
Por sorte, havia uma estação de metrô logo adiante. E lá fomos nós descendo e subindo escada arrastando mala. Chegada sem muito glamour, é bem verdade.
Fizemos check in no nosso querido Hotel Cristal Champs Élysées. Bem localizado, preço justo e staff atencioso. No quarto, à nossa espera, champagne e chocolates para brindar o retorno dos fiéis hóspedes.
Apenas acomodamos as bagagens, trocamos de roupa e saímos para jantar no Restaurante Bel Canto. Sabe de onde a recomendação? Do meu livro de francês da Aliança Francesa. Isso é que eu chamo de aluna aplicada...
O restaurante fica próximo ao Hôtel de Ville. Toda noite, um quarteto de jovens cantores líricos, à medida que servem as mesas, cantam as mais belas óperas, acompanhados de um pianista.
Não entendo nada de ópera. Não sei a diferença entre um soprano e um tenor. Sequer sei se essas palavras são sinônimas. Mas que a mocinha que anotou meu pedido tem uma voz incrível, disso eu não tenho dúvida.
Já sabendo dessa característica do restaurante, levei máquina e celular para filmar tudo e postar aqui. No cardápio, porém, estava escrito claramente que filmagens são proibidas. E como em terra alheia eu sigo tudo quanto é norma, fiquei sem o registro.
 
A comida, apesar de nesse caso ter sido uma atração secundária, estava deliciosa. Local aprovadíssimo!
À demain!!


 

domingo, 1 de setembro de 2013

PERRENGUE EM ROMA


O post de hoje é uma mistura de perrengue com dica de restaurante. Explico:
Estávamos em Roma, cidade que demorei a conhecer, mas que passou à lista das minhas favoritas desde o primeiro momento.
Depois de uma manhã cheia de passeios, pausa para o almoço. Escolhemos, aleatoriamente, um restaurante chamado Tritone. Demos sorte. Uma típica cantina italiana, com comida saborosa, preço justo e ótimo atendimento. Recomendo.
Tomás na época tinha 6 anos. Escolhemos uma boa mesa, tiramos casacos, luvas e gorros e levei o Tomás ao toalete.
O garçom nos indicou o caminho. Bastava descer uma escada e veríamos as plaquinhas de “Uomo” e “Donna”.
Descemos e entrei com o Tomás no banheiro feminino. Ele, na pressa que lhe é típica, fez o que tinha de ser feito e subiu correndo as escadas sem me esperar.
Enquanto eu lavava as mãos, uma senhora ao meu lado secou as dela e saiu do banheiro, subindo as mesmas escadas que o Tomás há pouco havia subido. Foi quando escutei um “POW” seguido de um grito de espanto, ou de horror, para ser mais precisa.
Já prevendo o acontecido, pois sexto sentido de mãe não falha, corri sem sequer enxugar minhas mãos. Encontrei Tomás já sentado à mesa, sem uma gota de sangue no rosto.

–O que houve? -indaguei com medo da resposta.
-Eu pensei que fosse você -ele respondeu, já querendo chorar.
- Que fosse eu? Como assim?
-Eu fiquei escondido no começo da escada para te dar um susto...
-E...? -perguntei, sentindo que o sangue do meu rosto também estava sumindo...
-E acabei dando um susto na pessoa errada, mas foi sem querer!
Enquanto eu também me recuperava do susto, nos desculpamos com a senhora, que, graças a Deus, não arrumou confusão.
Pouco tempo depois, o dono do restaurante veio nos cumprimentar, pois o garçom havia informado que éramos turistas brasileiros.
Tomás entrou em pânico, pois, sem entender o diálogo, achava que estávamos sendo expulsos. Perguntou insistentemente: - O que ele quer? –O que ele está dizendo?-O que ele está fazendo na nossa mesa?
Quando o proprietário nos presenteou com alguns souvenirs do restaurante, Tomás respirou aliviado.
Mal sabia o gentil italiano que aquele garoto diante dele estava espantando a sua clientela...
 
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