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terça-feira, 20 de dezembro de 2016

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2016 - PARTE 2




Post sobre a segunda parte da nossa viagem para a Europa. Para ler sobre a primeira parte, basta clicar aqui. 
 
 
DIA 5

Tomamos café na padaria Paul, na estação de metrô Opéra. Mais um dia em que os metrôs funcionaram gratuitamente.
 

Andamos na roda gigante da Place de La Concorde. Linda vista da cidade. 
 
 
De lá, fomos na Igreja de La Madeleine, pois já havia passado em frente várias vezes mas nunca tinha entrado. A igreja é linda e coincidiu de estar sendo celebrada uma missa, com direito a violinista tocando Ave Maria. Emocionante.
 
 
 

Em seguida, fomos para a Champs Elysées, onde Tomás realizou o sonho de andar de Ferrari. Você pode alugar, por 25 minutos, uma Ferrari ou uma Lamborghini.
 


 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Almoçamos no restaurante L’Avenue, que fica na Avenue Montaigne, a avenida das boutiques de luxo, como Chanel, Valentino, Givenchy e Prada. Excelente comida. Na avenida, destaque para o candelabro da decoração de natal da Maison Dior.

 
 
 
À noite, fomos para o Lido, assistir ao espetáculo “Paris Merveilles”. Já havia ido para o Moulin Rouge e não havia gostado. Esperava gostar do Lido, mas também não gostei. Levei o Tomás, pois a entrada de crianças é permitida e gratuita. Contudo, a exemplo do Moulin Rouge, as dançarinas ficam boa parte do espetáculo com os peitos a mostra, o que achei inadequado.




Saindo do espetáculo, comemos no Burger King e fomos pra casa.

 

DIA 6

Tomamos café em casa e fomos pegar o carro que havíamos alugado na Hertz.

Com o carro, fomos para o Vale do Loire, que fica a cerca de 190km de Paris.


Visitamos dois castelos: O primeiro, Chambord. Imponente, é o maior castelo do vale. Depois visitamos Chenonceau, que fica a cerca de 65 km de Chambord. Apesar de bem menor, achei mais bonito que o primeiro.


Castelo de Chambord



 


Castelo de Chenonceau
Castelo de Chenonceau



 
 
 
 
 




Levamos comida de casa, o que acabou por ser nosso almoço.
 
Voltamos para Paris e devolvemos o carro.
 
Pegamos um Uber e fomos jantar no restaurante Pasta Papá, que eu adoro. Comida farta e preço justo.

Também de Uber, voltamos para casa.

 

Dia 7

Tomamos café em casa. Os metrôs voltaram a circular normalmente, com cobrança de ticket.

Fomos até a Benelux, uma loja que fica na Rue de Rivoli e que vende perfumes com descontos.

De lá, seguimos a pé até o Palais Royal, onde Tomás brincou nas colunas de Buren.

 
 
Almoçamos no Bistrot Richelieu. Ótimo atendimento e menu infantil.

De lá, seguimos para o Marché de Noël. Achei que fosse encontrar muitos itens de decoração, mas o forte da feirinha são as comidas e bebidas. Tomás patinou no gelo (a pista de patinação do Hôtel de Ville ainda não estava montada) e fui com ele no Train Fantôme Thriller, um trem fantasma bem bobinho, mais indicado para os menorzinhos.
 
 
 
 

Jantamos no Romantica Caffé, um restaurante que sempre frequentamos e que fica próximo aos Invalides.

Voltamos para casa de Uber. Hora de arrumar as malas.

 

DIA 8

Pegamos um Uber para o aeroporto de Orly.

Voamos de Paris para Lisboa e de Lisboa para Fortaleza pela TAP.

É sempre bom voltar pra casa.
 
 
 
 
 
 

 

terça-feira, 31 de março de 2015

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2015 - PARTE 2

 
DIA 4

Tomamos café da manhã no hotel e seguimos para a Gare St. Lazare, onde pegamos um trem para Bayeux.

Depois de duas horas e vinte minutos de viagem, chegamos à Bayeux, cidade localizada na região da Baixa Normandia.

Fizemos check-in no Hôtel Le Bayeux. Bem simples, mas com serviço e localização maravilhosos.

Como já havia passado do horário do almoço, o único restaurante que encontramos aberto foi o Le Garde Manger, que fica no Hôtel Reine Mathilde, a poucos passos do nosso hotel. Excelente.

Após o almoço, fomos conhecer o famoso Museu da Tapeçaria. A única atração do museu é uma imensa tapeçaria, datada do século XI, que descreve, em bordados, a conquista das terras normandas por Guilherme I, da Inglaterra. Nada mais. Nada mesmo. Sem desmerecer a obra de arte, mas um museu unicamente para abrigá-la não me pareceu interessante. O ticket custou 9 euros, com direito a áudio-guia.

Depois fomos conhecer a Catedral de Bayeux. Lindíssima.

À noite, jantar no Restaurante Accroche. Muito bom.

 

 
 
DIA 5

Tomamos café no próprio hotel (10 euros por pessoa) e depois fomos tomar banho de história.

Conseguimos no hotel um tour com uma guia brasileira que mora na França. Gisele nos pegou no hotel às 8:30 e seguimos para as praias do desembarque. Para quem não sabe, a Normandia foi palco do “Dia D”, em que as tropas aliadas invadiram a França ocupada pelos alemães durante a segunda grande guerra. A Invasão da Normandia, ou Operação Overlord, é até hoje a maior invasão marítima da história.

Começamos nosso passeio por Pointe Du Hoc, onde ainda existem vários bunkers e diversas crateras abertas pelos ataques a bomba. O lugar hoje é considerado território dos Estados Unidos, o que explica as bandeiras americanas espalhadas.

O símbolo do local é um monumento erguido em homenagem aos chamados “Rangers”, que foram os soldados que escalaram as falésias durante a invasão.



Depois, seguimos para a praia de Omaha, onde ocorreu a mais sangrenta das batalhas.

Estátua "Ever Forward"
 
 
De lá, fomos visitar o Normandy American Cemitery and Memorial, onde foram enterrados os militares que lutaram na invasão. Dos cemitérios militares existentes na Normandia (além do americano, há o alemão, o britânico e o canadense) é o único que abre e fecha diariamente e o único que possui militares trabalhando continuamente na manutenção.

Logo na entrada há uma espécie de lápide onde estão enterrados documentos sobre o Dia D e cuja abertura deverá ocorrer cem anos após a invasão, ou seja, no dia 06 de junho de 2044.

Entre as cruzes brancas de mármore, milimetricamente enfileiradas, destacam-se algumas estrelas de Davi, em memória aos combatentes judeus.

Atrás das cruzes, o número de cada militar. As cruzes sem número estão fincadas em túmulos de corpos não identificados, com os dizeres que, em tradução livre, seria: “Conhecido apenas por Deus”.
 















Após a visita ao cemitério americano, fomos visitar as ruínas do Porto artificial Mullberry, denominado pelas tropas inglesas de Porto Winston, em homenagem ao seu idealizador. A engenharia de guerra é algo impressionante.

  
Terminado o tour, Gisele nos deixou no mesmo restaurante em que estivemos no dia anterior, o Le Garde Manger, onde almoçamos.

De lá, fomos caminhando até a estação e pegamos o trem de volta a Paris.

Deveríamos ter ficado pelo menos mais um dia na Normandia, pois deixamos de ver muita coisa. Voltaremos com certeza.

De volta para nosso hotel em Paris (saímos para Bayeux apenas com mochilas), jantamos no Café Bistrot Eiffel (de novo!) e fomos dormir, porque no outro dia faríamos mais uma viagem!

 

 






segunda-feira, 30 de março de 2015

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2015 - PARTE 1


DIA 1

Voamos de Austin para Miami pela American Airlines. Chegamos às 9:00 da manhã e nosso voo para Lisboa era somente no final da tarde.

Resolvemos pagar um day use no Miami International Airport Hotel, que fica dentro do aeroporto de Miami, sem necessidade de pegar táxi, shuttle ou qualquer outro tipo de transporte.

Descansamos, pedimos comida no quarto e saímos direto para o balcão da TAP. Super prático.

Voamos para Lisboa e de Lisboa para Paris, também pela TAP.
 

Chegando em Paris, pegamos um táxi no aeroporto de Orly e fizemos check-in no Hotel Eiffel Seine. Simples, mas muito bem localizado, em frente à estação de metrô Bir-Hakeim e a poucos passos da Torre Eiffel.

 
Há vários cafés e bistrôs perto do hotel. Escolhemos o Café Bistrot Eiffel para comer. De lá, seguimos de metrô para a Avenida Champs Élysées. Para terminar o dia, alguns macarons na Ladurée.

 

DIA 2

Tomamos café próximo ao hotel, no Le Bistrô de La Tour. Pagamos caríssimo por café, suco e croissants.

Subimos na Torre, pois Tomás nunca tinha feito esse passeio. Comprei os ingressos com antecedência, pela Internet. Não foi fácil como das outras vezes, mas após vários dias tentando, consegui achar tickets para o dia que eu queria.
 
 


Não sei se é coisa nova ou se eu simplesmente não havia notado, mas no terceiro andar da torre tem um pequeno bar vendendo champagne em taças de plástico. Tem lugar mais adequado para um brinde???
 
 



Almoçamos no mesmo Café Bistrot Eiffel e seguimos de metrô para os Invalides. O museu estava em reforma e boa parte do acervo não estava exposto. Uma pena.



Voltamos para o hotel e após descansarmos fomos jantar no restaurante Le Ciel de Paris, no 56° andar da Torre Montparnasse. Havíamos feito reserva alguns dias antes. Comida muito boa e uma vista impagável da Torre Eiffel.

 

DIA 3

Como pagamos extremamente caro pelo café da manhã ontem, resolvemos tomar café hoje no próprio hotel (9 euros por pessoa).

Pegamos o metrô e fomos dar mais uma volta na Avenida Champs Élysées.
 
De lá, pegamos outro metrô e almoçamos no Café Madeleine, com vista para a suntuosa igreja. Depois, fomos caminhando até o Café de La Paix, eleito um dos dez cafés mais bonitos do mundo (aqui o link com os cafés eleitos).

Em seguida, fomos passear pelos jardins do Palais Royal, onde Tomás se divertiu pulando as colunas de Buren.
 

Para finalizar nossa tarde, fomos folhear livros na emblemática livraria Shakespeare & Company, pertinho da Notre Dame.

À noite, jantamos no Quartier Latin, bairro cheio de restaurantes e bares. Escolhemos o Restaurante La Cour de la Huchette. Ótimo atendimento e comida farta.
 
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

DIÁRIO DE BORDO - PARIS JOUR 7


Acordamos cedo para aproveitar as últimas horas em Paris.

Fomos à Saint-Germain-des-Prés e tomamos um brunch no Café Les Deux Magots.

Café histórico, frequentado pelos intelectuais da cidade, possui nas paredes fotos e plaquinhas indicando onde costumavam sentar Picasso, Simone de Beauvoir e Hemingway, dentre outros. Além de toda a importância histórico/literária, o croissant de lá é uma delícia. Vale a visita.
 
Foto de Simone de Beauvoir no Café Les Deux Magots

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Como era domingo, estava acontecendo no bairro a feira de Buci, nome da rua onde se concentra o maior movimento. Super animada, com barraquinhas e músicos enchendo de vida o lugar.

Antes de ir embora, demos uma passada na Catedral de Saint-Germain-des-Prés, porque sempre há que agradecer.

Voltamos para o hotel, pegamos nossas malas e seguimos para Orly.

Próxima parada, Lisboa.

 

domingo, 23 de março de 2014

DIÁRIO DE BORDO - PARIS JOUR 6


Acordamos e seguimos, de metrô, para uma loja de departamentos que eu adoro – BHV – Bazar du Hôtel de Ville, que como o próprio nome sugere, fica próximo ao Hôtel de Ville.

A loja possui vários andares e assemelha-se às Galeries Lafayette. Destaque para a livraria do 2° andar, com uma infinidade de guias, mapas, dicionários e romances. Uma perdição para os estudantes e apreciadores da língua francesa.

Almoçamos no Café de L’Esplanade, pertinho dos Invalides. Muito bom.

À tarde, demos uma volta pela Champs-Élysées, com direito a por do sol no Arco do Triunfo. Paris sempre surpreende...

À noite, jantamos no primeiro andar da Ladurée da Champs- Elysées. Ambiente lindo e sobremesas que são verdadeiras joias. Dá pena comer.

De volta ao hotel para arrumar as malas. Amanhã é dia de partir!


 

domingo, 16 de fevereiro de 2014

DIÁRIO DE BORDO - PARIS JOUR 5


Dia agitado.

Acordamos e seguimos, de metrô, para o Grand Palais, onde acontece, até domingo, 16 de fevereiro, a exposição “Cartier,  o estilo e a história”.


Chegamos e fomos para a fila de entrada, onde havia uma plaquinha com os seguintes dizeres: “A partir deste ponto o tempo de espera é de 1h30min”. Me senti na Disney.

Ao lado da nossa fila, uma outra, com no máximo 5 pessoas. Era a fila destinada aos que haviam comprado os ingressos pela Internet.

Pegamos o Ipad e, por sorte, havia sinal aberto de wifi. Entramos no site do Grand Palais, compramos os ingressos e mudamos de fila. É a tecnologia a serviço da cultura!!

Na exposição, peças de encher os olhos, usadas por Elizabeth Tylor, Grace Kelly e por tantos outros ricos e famosos. Os diamantes realmente são eternos...

 
Depois seguimos para o Museu D’Orsay. 
 
 
 Museu D'Orsay

 
 
Depois de apreciar as mais belas obras de Monet, Manet, Renoir e Van Gogh, almoçamos no próprio museu, num café no 5° andar.

De lá, fomos conhecer a emblemática livraria Shakespeare and Company, que fica no número 37 da Rue de la Bûcherie, pertinho da Catedral de Notre-Dame.

Na volta para o hotel, enfrentei uma mega fila na Ladurée e matei meu desejo de comer macarons.

À noite, jantamos no restaurante Mood, na Champs Élysées. Como aqui era Valentine’s Day, todos os restaurantes estavam funcionando com menu fixo, muitos deles cobrando até €250,00 por pessoa! Pagamos menos, bem menos que isso! Local agradável, comida boa.

Descansar que amanhã tem mais!

 

sábado, 15 de fevereiro de 2014

DIÁRIO DE BORDO - PARIS JOUR 4


Acordamos e seguimos, de metrô, para o bairro da Bastille, onde às quintas e domingos acontece uma das maiores feiras de rua de Paris.  

São muitas barracas vendendo, dentre outros produtos, as mais lindas frutas e flores, uma variedade enorme de queijos, pães, azeitonas, peixes e mariscos. Tudo da mais alta qualidade.

 
 
Com um pedaço generoso de queijo Camembert na mão, seguimos para outro local que estava na minha lista: O muro dos eu te amo (Le mur des je t’aime).

Trata-se de um muro localizado em um pequeno jardim, próximo à Place des Abbesses, em Montmartre. Nele está escrito, em mais de 300 idiomas e dialetos, a frase “Eu te amo”.

Depois de quase uma hora de metrô da Bastille para Montmartre, fazendo pelo menos 3 conexões, chegamos à Place des Abbesses debaixo de uma chuva torrencial.

Corri para me abrigar em uma cabine telefônica, junto a uma senhora que fumava um cigarro que parecia não ter fim.

Quando a chuva deu uma pequena trégua, fomos até o jardim onde ao fundo está o tal muro. O dia realmente não estava para romantismo, pois as grades do jardim estavam trancadas. Tive que contentar-me em tirar uma foto colocando a máquina entre as grades. 

Depois, ainda de metrô, seguimos para a moderna La Défense, o “business district” de Paris, onde almoçamos no Shopping Les Quatre Temps e conhecemos o Cnit, um complexo com várias lojas e um dos mais importantes centros de eventos de Paris.

À noite, jantamos no restaurante Le Train Bleu, dentro da Gare de Lyon. O restaurante, inaugurado em 1901, possui salas imensas, com lustres, esculturas e pinturas de chamar a atenção. Decoração imponente, mas pra falar a verdade eu esperava mais da comida.

Expectativa, sua estraga-prazeres!

À demain!

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

DIÁRIO DE BORDO - PARIS JOUR 3


Acordamos com um belo dia de sol. O que significa frio de rachar. Luvas e cachecol para fora da mala.  

Primeira parada: loja da Adidas. Quem leu o post de ontem vai entender o porquê.

Desci a Champs Élysées ensaiando o que dizer para o vendedor. Animal Lottery, change/Animal jeu, changer.

Cheguei na loja e resolvi não prolongar a estória. Mostrei a nota fiscal, peguei outro uniforme, (dessa vez com o número 6) e me dirigi ao caixa. Simples assim. Não, eu não quero saber qual animal é o número 6 no jogo do bicho.

Seguimos para Saint Honoré. Passamos em frente ao Palais d’Élysée, palácio presidencial. Em frente leia-se do outro lado da rua, pois pedestres não podem andar na calçada do palácio.

Andamos até o Palais Royal, passando pela Catedral de Madeleine, Place de La Concorde e arcos da Rue de Rivoli. É muita beleza acumulada em uma só cidade!

Almoçamos no restaurante Le Grand Véfour, com vista para os jardins do Palais Royal. O melhor restaurante em que já estive. Com 200 anos de história, fomos convidados a nos sentar na mesma mesa que Josefina e Napoleão sentavam. Mas poderia ser a de Victor Hugo ou Sartre. Decoração imponente, comida excepcional, atendimento impecável. Valeu cada centavo.

Como caminhamos muito de manhã e comemos exageradamente no almoço (eles servem entrada, prato principal, pré-sobremesa, sobremesa, queijos, café, bolo e chocolates), fomos descansar no hotel, onde aproveitei para trabalhar (maravilhas do Processo Judicial Eletrônico).

À noite, ao sair do hotel, vimos uma aglomeração. Como curiosidade é o meu sobrenome, lá fui eu ver o que se passava.


Para minha surpresa, dei de cara com George Clooney, que estava na cidade para o lançamento do filme Monuments Men. Coisas de Paris...

Seguimos de metrô para o bairro Madeleine, para conhecer a badalada Lavinia, loja/restaurante onde se vendem os melhores vinhos do mundo.

 
Estava acontecendo uma degustação. Como eu só bebo Coca Zero, fiquei apenas vendo o movimento. Enquanto as pessoas colocavam as taças contra a luz, perguntavam a safra, a uva e a região, eu tratava de descobrir a senha do wifi...

Saímos de lá e fui tomar minha Coca Zero em um café ao lado, chamado Madeleine 7. Ambiente sem nada especial, a não ser o preço do refrigerante: € 5,50 a garrafa pequena.

Acho que vou rever meus conceitos. Pelo menos aqui na França beber vinho sai mais barato...

À demain!
 
 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

DIÁRIO DE BORDO - PARIS JOUR 2


Acordamos em uma Paris bem fria e tomamos café em uma brasserie vizinha ao nosso hotel.

Andamos por toda a Champs Élysées, sem pressa, vendo o que há de novo na avenida mais charmosa do mundo.

A novidade é que em breve, próxima à Sephora, será inaugurada uma Tiffany & Co. Já não era sem tempo!!
Vista do Restaurante Le Ciel de Paris

Almoçamos no restaurante Le Ciel de Paris, recentemente reformado, no 56° andar da Torre Montparnasse. Vista maravilhosa, apesar do dia nublado.
 
Saímos do restaurante sob chuva. Como próximo havia um mega supermercado Monoprix, resolvemos entrar. Eu simplesmente adoro supermercado. E os daqui então... Frutas maravilhosas, vinhos bons e baratos, sem falar na seção de cosméticos, que é uma perdição!
 
Carregados de sacolas e com o tempo ainda fechado, voltamos para o hotel.

À noite, passamos na Adidas da Champs Élysées e comprei um uniforme de basquete para o meu filho. Como estávamos a duas quadras de um restaurante da cadeia Pasta Papá, decidimos jantar lá. Massa boa, preço melhor ainda.

Ao voltar para o hotel, desembalei o uniforme de basquete, pois pretendia mostrar para o meu filho via Skype.

Assim que abri a camisa, um detalhe que na loja me passou despercebido: o número do jogador. 24.

Para evitar qualquer confusão, já que a molecada da escolinha de basquete não ia deixar barato, resolvi colocar o uniforme de volta na sacola. Amanhã cedo vou na loja e troco por outro.

Complicado vai ser explicar para o vendedor o motivo da troca.

À demain!
 
 

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

DIÁRIO DE BORDO - PARIS - JOUR 1



Saímos de Fortaleza domingo, no voo noturno da TAP com destino a Lisboa.
Chegamos à capital lusa por volta das 9:00, hora local.
Esperamos cerca de 4 horas pela conexão para Paris. Como o aeroporto de Lisboa é bem grande, o tempo passou rapidinho.
Pousamos na Cidade Luz às 16:30. Logo nos deparamos com o aeroporto sem táxis, devido a uma greve. Greve essa já de nosso conhecimento, graças às informações do blog Conexão Paris.
De acordo com o blog, a melhor opção para sair do aeroporto seria pegar o RER. Entretanto, a Air France disponibilizou vários ônibus para os passageiros, independentemente da companhia aérea, ao preço de € 12,50 por pessoa. Segundo informações do motorista, desceríamos na Champs Élysées, ou seja, pertinho do nosso hotel.  
Chegando próximo aos Invalides, o motorista avisou que a Champs Élysées estava interditada por conta da greve. Tivemos que descer ali.
Por sorte, havia uma estação de metrô logo adiante. E lá fomos nós descendo e subindo escada arrastando mala. Chegada sem muito glamour, é bem verdade.
Fizemos check in no nosso querido Hotel Cristal Champs Élysées. Bem localizado, preço justo e staff atencioso. No quarto, à nossa espera, champagne e chocolates para brindar o retorno dos fiéis hóspedes.
Apenas acomodamos as bagagens, trocamos de roupa e saímos para jantar no Restaurante Bel Canto. Sabe de onde a recomendação? Do meu livro de francês da Aliança Francesa. Isso é que eu chamo de aluna aplicada...
O restaurante fica próximo ao Hôtel de Ville. Toda noite, um quarteto de jovens cantores líricos, à medida que servem as mesas, cantam as mais belas óperas, acompanhados de um pianista.
Não entendo nada de ópera. Não sei a diferença entre um soprano e um tenor. Sequer sei se essas palavras são sinônimas. Mas que a mocinha que anotou meu pedido tem uma voz incrível, disso eu não tenho dúvida.
Já sabendo dessa característica do restaurante, levei máquina e celular para filmar tudo e postar aqui. No cardápio, porém, estava escrito claramente que filmagens são proibidas. E como em terra alheia eu sigo tudo quanto é norma, fiquei sem o registro.
 
A comida, apesar de nesse caso ter sido uma atração secundária, estava deliciosa. Local aprovadíssimo!
À demain!!


 

sábado, 1 de fevereiro de 2014

14 DE JULHO EM PARIS


14 de julho é feriado na França. É comemorada a Fête Nationale, Festa Nacional, ocasião em que se celebram duas datas históricas: a queda da Bastilha, que marcou o início da Revolução Francesa em 1789, e a Festa da Federação, realizada em 14 de julho de 1790.

Em Paris, há um imponente desfile militar na Avenida Champs Elysées, com a presença do Presidente da República.

Estivemos na cidade nessa data, em 2011, e no post de hoje conto como foi:

De manhã cedo, fomos para a Champs Elysées, que já estava apinhada de gente. Ficamos de pé esperando o desfile começar, enquanto a avenida ficava cada vez mais lotada. Vários militares, paramentados, passavam por nós e se dirigiam aos locais de concentração. Tomás fez questão de tirar foto daqueles que ostentavam mais medalhas.




A Avenida estava toda decorada com bandeiras da França.
 
 

Um livrinho com a programação do dia foi distribuído entre os presentes.


 
 

Minhas pernas estavam doendo e eu já havia perdido a conta do número de cotoveladas que eu tinha recebido. E nada do desfile começar.
 
Decidimos sentar em um café. Escolhemos o Cafe Unisex, que estava funcionando normalmente. Entre um gole e outro de capuccino, percebi uma agitação maior. Corri para a avenida bem a tempo de ver, desfilando em carro aberto, Le Président Sarkozy. Não, Carla Bruni não estava com ele.

No céu, acrobacias aéreas. Na avenida, desfile com tanques e cavalos.

Mas mais interessante que o desfile, achei o “Encontro com as Forças Armadas”, que de acordo com o livrinho da programação, iria acontecer após o desfile, nas principais praças da cidade.

Escolhemos a Place de l’Opéra. Em frente à Opéra Garnier, Tomás realizou o sonho de entrar em um tanque de guerra.


 
 
 
A festa terminou à noite com fogos de artifício na Torre Eiffel. Tivemos que nos contentar em vê-los da janela do hotel, pois nosso pequeno, exausto das emoções do dia, cedo ficou fora de combate.








 
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