quinta-feira, 6 de outubro de 2016

LOJAS NOS ESTADOS UNIDOS - PARTE 1


Depois de viajar muito a passeio e morar 1 ano e meio nos Estados Unidos, sinto-me à vontade para indicar minhas lojas preferidas na terra do Tio Sam. Fiz um apanhado, separando por categoria. Como a lista é grande, vou dividí-la em três posts.

As fotos das publicações são dos meus cartões-fidelidade. Com eles eu acumulo pontos e obtenho descontos!

Algumas lojas estão presentes apenas em alguns estados americanos. Outras, possuem filial inclusive no Brasil. Para saber onde encontrá-las, é só entrar nos respectivos web sites e consultar o campo “store locator” ou “store finder”.

Antes de viajar, vale a pena se cadastrar, pela internet, nos sites das lojas. Na maioria das vezes você recebe, por e-mail, cupons de descontos e alertas de promoções.  

 

MÓVEIS/DECORAÇÃO/UTILIDADES PARA CASA

- Rooms to Go- Compramos a maior parte dos nossos móveis lá. Loja enorme e de boa qualidade.

- Ikea – Rede de lojas sueca semelhante à nossa Tok & Stok. A qualidade dos móveis não é das melhores, mas os preços são bem camaradas.

- Pier 1 Imports – Loja de decoração linda, com artigos de excelente gosto e qualidade. Os preços não são muito convidativos.

- Bed Bath & Beyond – Loja de utilidades para casa com uma variedade enorme de itens. Você encontra tudo para cozinha, cama, banho e presentes.      

- World Market – Como o próprio nome sugere, essa loja vende produtos de todo o mundo. Há móveis e utensílios, mas o que mais me chama a atenção é a parte de comidas e bebidas. Vinhos de vários países, massas italianas, azeite e sardinhas portugueses, biscoitos holandeses, uma variedade enorme de itens asiáticos, dentre outras coisas.

- Anthropologie – Loja super estilosa, que além de vender roupas vende itens de decoração. Os produtos são caros, mas são lindos.
 

SUPERMERCADOS

- Walmart – Além do que se espera de um supermercado, vende brinquedos, roupas, cosméticos e eletrônicos com preços excelentes. Os “Walmart Supercenters” são maiores e possuem maior variedade.

- Target – Segue a mesma linha do Walmart. Entre os dois, prefiro o Target. Acho as lojas mais limpas e organizadas.

- Kmart – O Kmart é como o Walmart e o Target, mas não está presente em toda cidade grande, como os outros dois.

- Whole Foods – Cadeia de supermercados originária de Austin que vende produtos orgânicos, sem conservantes ou sabores artificiais. Eles possuem restaurante dentro das lojas. Não precisa nem comentar a qualidade excepcional dos pratos servidos.

- Costco – Para comprar no Costco você tem que pagar anuidade e se tornar “sócio”. Os produtos são bem mais baratos, mas muitos itens são vendidos apenas em grandes quantidades.
 
 
 

- Sam’s Club – Semelhante ao Costco. Mas se você for sócio do Sam’s Club no Brasil, você pode comprar nas lojas americanas. Basta mostrar a carteirinha.

Vale salientar que, no meu dia a dia, eu não ia a nenhum desses supermercados. Em Austin eu ia no HEB e em Davis no Safeway. Se eu fosse fazer minha feira semanal no Target, por exemplo, eu iria acabar colocando no carrinho um monte de maquiagem, o que não ia dar muito certo.
 

ARTIGOS PARA REFORMA E CONSTRUÇÃO

- Home Depot – Lá você encontra material elétrico, hidráulico, alguns itens de decoração, jardinagem e tudo o que se precisa para reformar ou construir.
 

ARTIGOS PARA FESTAS

- Party City – Artigos para todo tipo de festa: aniversário, casamento, halloween, formatura, batizado, etc.
 

 MATERIAL DE ESCRITÓRIO

- Office Depot - Você pode comprar todo tipo de papel, caneta, calculadora, tinta pra impressora e uma infinidade de produtos para escritório. Nas lojas há serviços de cópia e encadernação.

 - Office Max – Subsidiária da Office Depot, oferece os mesmos produtos e serviços.




 
 

PAPELARIA

- Paper Place – Loja linda, que além de vender todo tipo de papel, vende carimbos, canetas, cadernos, agendas e mais um monte de coisa legal.

- Paper Source – Mesmo estilo da Paper Place.

- Papyrus – Semelhante à Paper Place e à Paper Source, a Papyrus se destaca pelos cartões e papéis para presente.
 

LIVRARIA

- Barnes & Noble – Livraria imensa. Algumas delas possuem cafeteria dentro, o que torna o ambiente ainda mais convidativo. Os livros editados pela Barnes & Noble possuem a encadernação mais linda que eu já vi.

- Half Price Books – Como o próprio nome sugere, os livros são vendidos pela metade do preço. Há itens novos e usados. Você também pode vender seus livros lá, mas o valor que eles oferecem chega a ser ridículo.

 - Book People – Acredito que essa livraria só exista em Austin, mas é a minha favorita. A quantidade de livros autografados à venda é enorme.
 

ARTESANATO/TRABALHOS MANUAIS

- Michaels – Tintas, pincéis, caixas, flores artificiais, material para scrapbook, tem de tudo. E toda semana uma seção da loja está com descontos incríveis.

- Hobby Lobby – Simplesmente adoro a Hobby Lobby. É bem parecida com a Michaels, inclusive no que diz respeito a promoções e cupons, mas possui mais itens de decoração.
 

BRINQUEDOS

 - Toys R Us – Paraíso das crianças. Brinquedos, vídeo games, bicicletas e até uma roda gigante na loja da Times Square em NYC.
 
 

  - Game Stop – Loja preferida do Tomás. Tudo para vídeo games. Alguns jogos com a etiqueta “pre-owned” são usados e por isso mais baratos.
 
 

 - Build a Bear – Nessa “fábrica” de bichinhos de pelúcia, a criança escolhe o tipo de bicho, as roupas, os acessórios, e vê o vendedor colocar o enchimento e até o coração do novo amigo. No final da experiência, é entregue a certidão de nascimento. Dá vontade de voltar a ser criança.

- Lego Store – Os apaixonados por Lego se realizam nessa loja super colorida.

- Disney Store – Produtos licenciados Disney para meninos e meninas. Há brinquedos, roupas e fantasias.
 

LOJA DE 1 DÓLAR

- Dollar Tree – Artigos para festas, material escolar, produtos de limpeza, refrigerantes, chocolates e mais uma infinidade de produtos por 1 dólar cada.

  

  

terça-feira, 9 de agosto de 2016

DE MOTORHOME PELA CALIFÓRNIA


Aproveitamos o feriado do Memorial Day para realizar uma viagem que estava na minha travel bucket list (link aqui) – Sair de motorhome pela Califórnia.


 





 

Preparativos Iniciais:

Baixamos no celular o aplicativo Koa, onde se pode pesquisar os campings da região que você pretende visitar.

Alugamos nosso RV - Recreational Vehicle (ou motorhome, ou ainda trailer) em uma empresa localizada em Sacramento chamada Happy Daze RV’s. Eles forneceram um pequeno treinamento sobre o funcionamento do veículo, principalmente no que diz respeito às conexões de energia, água e esgoto.

Fizemos compras no Walmart, pois apesar de haver restaurantes e lanchonetes nas estradas, decidimos fazer todas as refeições no próprio motorhome.

Levamos alguns pratos já prontos, principalmente aqueles que exigiam preparo mais demorado ou com maior número de ingredientes.

O RV era super bem equipado, mas além de travesseiros, toalhas e lençóis, levamos também uma cafeteira, uma churrasqueira e banquinhos.

Nosso grupo era grande – 6 adultos e 2 crianças. No vídeo abaixo mostro como era nosso trailer por dentro:


 

 


Na Estrada

DAY 1

Saímos de Davis por volta das 5 da tarde.

Após três horas e meia de viagem, chegamos no Yosemite South Coarsegold Camping, do grupo Koa (do aplicativo que falei acima).

Pagamos 97 dólares com direito a full hookups, ou seja, com direito a conexão de energia, abastecimento do reservatório de água e utilização da dump station, que é a retirada dos dejetos.






Jantamos no motorhome uma comidinha bem brasileira.

O camping era bem grande, com lavanderia, piscina e clube. Mas como nossa intenção não era aproveitar o camping e sim cair na estrada, apenas passamos a noite e de manhã partimos cedo.
 

DAY 2

Após tomarmos café no trailer, seguimos viagem em busca das tão famosas sequoias gigantes de Nelder Grove, na região do Yosemite National Park.

Após estacionarmos nosso RV, fizemos uma trilha, onde, maravilhados, encontramos lindas e seculares sequoias.

 


 
 
 
Almoçamos no trailer e seguimos viagem em direção ao Sequoia National Park.

Pegamos uma estrada super sinuosa, com vários abismos. Tomás acabou passando mal. Apesar do contratempo, fomos brindados com uma paisagem deslumbrante.

Passamos a noite no Lemon Cove Village RV Park. Pagamos 37 dólares sem direito a hookup, pois fizemos a reserva tardiamente e estava lotado.

 

O camping era pequeno, e por conta do barulho, o uso de gerador depois das 10 da noite não era permitido.

Fizemos churrasco, as crianças brincaram de bola e jogamos conversa fora até tarde da noite.

DAY 3   

Tomamos café no trailer e pegamos estrada em direção ao Death Valley.

Durante a viagem, a vegetação mudou completamente. Estávamos no Mojave Desert.


Após cerca de 3 horas, resolvemos parar no Red Rock Canyon State Park. Fizemos um delicioso churrasco com vista para as belas formações rochosas do canyon.


 
 
Depois do almoço, fomos visitar o Death Valley, que é o ponto mais abaixo do nível do mar dos Estados Unidos. Impressionante.

 
 
 
De lá, seguimos para o Panamint Springs Resort, um camping com vista para o vale, no meio do deserto.


 

Pagamos 35 dólares com direito a hookup.

Céu estrelado e crianças assando marshmallow na fogueira. Pra que mais??
 

 


DAY 4

Pegamos estrada de volta pra casa. Optamos por pegar um caminho diferente do que havíamos feito para chegar onde estávamos.

E, mais uma vez, a vegetação mudou. Estávamos em uma região de lagos, cercada por montanhas com neve e pinheiros de diversos tons de verde.



 

Paramos às margens do Mono Lake e almoçamos.

 
 

Seguimos viagem. Após 1.100 milhas percorridas e um sonho realizado, chegamos em casa às 8 da noite.

 

 

 

 

domingo, 24 de julho de 2016

DE VOLTA PRA CASA


Quando decidimos morar no exterior, pesquisamos vários blogs com relatos, dicas e conselhos de brasileiros que mudaram de país.

Entretanto, nunca li nada sobre a volta pra casa, que também requer preparação, organização e paciência. Por isso, resolvi fazer este post, para ajudar aqueles que em breve estarão de volta ao aconchego do lar.

Há várias providências a ser adotadas além de cancelar planos de saúde, TV a cabo e devolver o imóvel alugado. E tudo tem que ser pensado com antecedência.
 

1.       Carro

Havíamos comprado nosso carro à vista, logo que chegamos, pois não tínhamos histórico de crédito que nos permitisse fazer um financiamento. Vendemos na CarMax, uma empresa que está presente em várias cidades dos Estados Unidos e que compra e vende carros usados.

Fomos em um dia para eles fazerem a avaliação, que tinha validade de uma semana. Como o carro foi bem avaliado, voltamos lá alguns dias depois e saímos com o cheque nas mãos. Rápido e sem complicação. Não precisamos sequer ir no DMV (Department of Motor Vehicles, o Detran de lá) para fazer a transferência da titularidade. Eles providenciaram tudo.
  

2.       Móveis

Como disse no post em que falei sobre a nossa mudança (link aqui), compramos móveis e vários utensílios domésticos. Pensamos em mandar tudo para o Brasil, em um container, mas desistimos devido à burocracia a que estaríamos sujeitos.

A exemplo da viagem de ida, no retorno somente poderíamos despachar duas malas cada um, decidimos vender o que não seria possível levar. Com o dólar nas alturas, pagar excesso de bagagem não compensaria.

Utilizei alguns aplicativos semelhantes à OLX. Foram eles: OfferUp, Letgo, Close5 e Craigslist. Além disso, entrei em vários grupos de vendas do Facebook, não só da minha cidade como das localidades vizinhas. E consegui vender praticamente tudo.
 

3.        Malas

Por falar em malas, tínhamos vontade de levar muitas coisas, mas o limite para toda a família era de 6 malas de 32kg cada. Pode parecer muito, mas quando começamos a colocar roupas (inclusive as de frio), sapatos, brinquedos, começamos a nos desesperar.

Primeira providência foi comprar uma balança digital. Pagar pelo excesso de peso estava fora de cogitação.

Depois, seguindo a dica de uma amiga, compramos sacos Ziploc que reduzem o volume da bagagem. Funciona assim: Você coloca no saco as roupas que ocupam mais espaço, como casacos e moletons. Com um aspirador de pó, você retira todo o ar do saco. A pilha que antes era gigante fica bem pequena. E o melhor: o saco pode ser reutilizado. Comprei vários e reduzi o volume das minhas malas a ponto de conseguir trazer até um tapete!!!
 


Balança




Malas Prontas!!

























4.       Consularização de Documentos

No post que falo sobre a escola do Tomás (link aqui), expliquei quais documentos precisei levar do Brasil. Fazendo o caminho inverso, também precisei adotar algumas providências exigidas pelas escolas brasileiras, a saber, a consularização dos documentos escolares emitidos no exterior (diplomas, certificados ou boletins).

O consulado brasileiro mais próximo da minha cidade era o Consulado do Brasil em San Francisco, que ficava a mais ou menos 1 hora e meia de carro. Eu poderia fazer todo o trâmite via Correios, mas preferi fazer pessoalmente.

Para consularizar documento escolar, é necessário que o documento seja assinado pelo diretor da escola, tenha sido impresso em papel timbrado e contenha carimbo da instituição. Paga-se o valor de 5 dólares por documento e o recebimento é em 10 dias úteis. Para esse tipo de serviço não é necessário agendamento, mas deve-se observar o horário da distribuição de senhas no consulado.



Aproveitei que estava no consulado e solicitei o atestado de residência. Trata-se de um documento emitido em nome daqueles que residiram pelo menos um ano ininterrupto no exterior. Viagens ao Brasil, de curta duração, não prejudicam a emissão do documento. Para solicitá-lo, levei as últimas 12 contas de energia, além dos contratos de aluguel (esses apenas por precaução). Paguei uma taxa de 15 dólares e recebi também em 10 dias úteis. Utilidade do documento? Quando chegamos em São Paulo, ao passar na alfândega com malas gigantes, o fiscal da Receita fez menção de nos encaminhar para a revista de bagagem. Com o atestado em mãos desde que descemos do avião, dissemos apenas: -Estamos de mudança! E mostramos o documento. Seguimos em frente, junto com os demais.

   

 

 

   

sábado, 16 de julho de 2016

15 CURIOSIDADES SOBRE A VIDA NOS ESTADOS UNIDOS


Estou de volta ao Brasil.

Depois de morar 6 meses no Texas e 1 ano na Califórnia, resolvi fazer um apanhado de “curiosidades” sobre os mais diversos aspectos da vida por lá.

Vale lembrar que as impressões que colhi são próprias das duas cidades em que vivi, que não são nada turísticas. A realidade pode ser bem diferente em outras localidades.


1.       Eles não usam Whatsapp.

A grande maioria das pessoas não sabe sequer que aplicativo é esse.

 

2.       Na escolas, existe o “Homework Pass”.

É um passe que dá direito ao aluno de não fazer a tarefa de casa. Normalmente, a professora distribui homework passes no Natal, no Valentine’s Day e como prêmio de bom comportamento ou participação em sala de aula. Tomás chegou a acumular 14 passes!!

 


 

 

3.       As crianças não usam mochila com rodinhas para levar o material escolar.

Todas as crianças, mesmo as pequenas, usam mochila nas costas.

 

4.       Meninas jogam futebol.

É muito comum meninas jogarem futebol. Tomás fez escolinha de futebol e era o sucesso do grupo, por ser brasileiro. O time era misto e gol de menina valia 2 pontos!!

 

5.       Os americanos usam as garagens como depósito.

A maior parte das pessoas deixa o carro na rua, pois as garagens são tão cheias de coisas que não tem espaço para os carros.

 

 

 

6.       Os restaurantes tem mais de um cardápio.

Muitos restaurantes tem um cardápio para o almoço e outro para o jantar. O menu do almoço é composto, normalmente, de sanduíches e saladas.

 

7.       Os americanos jantam cedo.

Às cinco da tarde os restaurantes já estão lotados e a maioria fecha antes das 10 da noite.

 

8.       Não há frentistas nos postos de gasolina.

Aprendi a abastecer e esta é uma tarefa bem simples. Já cheguei a ir em supermercados com empacotadores, mas nunca fui em um posto de gasolina com frentista.

 

9.       Poucas são as lojas que fazem embalagem para presente.

    Puxando pela memória, consigo citar apenas a Barnes & Noble.

 

10.   As pessoas só montam a decoração de Natal no sábado seguinte ao Thanksgiving.

    Como no Brasil a decoração de Natal é montada no começo de novembro, estranhei o fato de não ter nenhuma casa ou loja enfeitada antes do Thanksgiving.

 

11.   Ao devolver uma mercadoria, você recebe o dinheiro de volta.

Em qualquer estabelecimento, se você devolver uma mercadoria, você tem o direito de optar entre trocar o produto ou receber seu dinheiro de volta.

    

12.   As pessoas usam muitos cupons.

Você já assistiu ao programa de televisão Cupom Mania? Pois os cupons são realmente uma febre nos Estados Unidos. Lojas, farmácias, supermercados, oficinas mecânicas, salões de beleza, todo lugar distribui cupons. E os cupons são bem aceitos. Nenhum vendedor faz cara feia quando você diz que tem um cupom de desconto. Você até encontra para vender pastas para colocar e organizar seus cupons!

 

13.    Chuva nos supermercados.

Nos supermercados daqui vejo frequentemente empregados com um spray jogando água nas frutas e verduras, para manter o frescor e a boa aparência dos produtos. Nos supermercados de lá chove nas gôndolas e tem até barulho de trovão e luzes imitando raios! Gravei um vídeo no Safeway, o supermercado que eu costumava ir em Davis:

 

 

14.   Ninguém está livre de golpes.

Ao contrário do que se possa imaginar, enquanto moramos nos Estados Unidos, recebemos várias telefonemas e e-mails com tentativas de golpes. Em uma das vezes, o golpista dizia ser funcionário do IRS (Internal Revenue Service, o órgão do governo responsável pelo recolhimento de impostos) e informava que estávamos devendo mais de US$ 7,000.00 e que iríamos ser presos caso não providenciássemos o pagamento. Pesquisando na Internet, vi que a maioria dessas ligações são oriundas de países como a Índia, o que dificulta o trabalho da polícia americana.

 

15.   Eles não ligam para aparência.

Você pode sair na rua de pijama, com roupa rasgada ou com cabelo azul e não vai receber qualquer olhar de reprovação. As pessoas usam o que as fazem se sentir bem.  

 

 

  

terça-feira, 5 de julho de 2016

DIÁRIO DE BORDO - SAN JOSÉ, CALIFÓRNIA


San José é a terceira cidade mais populosa da Califórnia, ficando atrás apenas de Los Angeles e San Diego.

Aproveitamos um final de semana para conhecê-la.
 

DAY 1

Saímos de Davis às 4 da tarde. Após 2 horas de viagem de carro, chegamos a San José.

Fizemos check-in no Hotel Hyatt Place. Muito bem localizado, mas café da manhã sem muita diversidade e quarto sem cofre e com frigobar vazio.

Depois de nos acomodarmos, seguimos para o SAP Center, onde assistimos ao show de Andrea Bocelli. Apresentação incrível da turnê “Cinema”.
 
 
 

Terminado o show, muitos restaurantes já estavam fechados. Jantamos no Morton’s Steakhouse. Comida boa mas pratos bem caros.

DAY 2

Tomamos café no hotel e fomos para a Winchester Mistery House. Mansão de 160 cômodos, originalmente de propriedade da esposa do industrial de armas William Winchester, fabricante dos famosos rifles Winchester.

A mansão é supostamente assombrada pelos fantasmas das pessoas mortas com os rifles Winchester. Após consultar um psiquiatra, a esposa do industrial foi aconselhada a manter a casa em obras, 24 horas por dia, enquanto fosse viva, o que afastaria os espíritos.  E assim foi feito, por ininterruptos 38 anos, até a sua morte em 1922.
 





 

 
 
 
 
 
 
 
A visita guiada custou $36,00 (adulto) e $26,00 (criança de 6 a 12 anos) e é possível visitar também o Museu das Armas Winchester. A mansão possui ainda café e lojinha. Fotos e filmagens não são permitidas no seu interior. Passeio bem interessante.

Almoçamos no restaurante português Adega. Comida e atendimento excelentes e preço justo.

À tarde fomos para o The Tech Museum of Innovation, uma espécie de museu de ciências interativo. Tomás adorou.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
À noite jantamos no restaurante espanhol Picasso’s. Muito bom.

DAY 3

Tomamos café no hotel, fizemos check-out e fomos até a pequena cidade de Palo Alto, que fica a aproximadamente 40 minutos de San José.

Chegando lá, visitamos a Stanford University, uma das mais conceituadas universidades americanas.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Almoçamos no centro de Palo Alto, no restaurante italiano La Strada. Comida razoável.

O centro de Palo Alto é bem movimentado e repleto de lojas, cafés e restaurantes. Após uma voltinha, seguimos viagem para casa.
 
 
 
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