domingo, 12 de julho de 2015

DIÁRIO DE BORDO - FREDERICKSBURG


Desde que nos mudamos para o Texas queríamos nos hospedar em um autêntico rancho texano, igual aqueles de filme.

Depois de muito pesquisar, decidimos ir para Fredericksburg, cidade fundada por alemães e localizada a uma hora e meia de carro de Austin.


DAY 1

Saímos de Austin e depois de uma hora e meia de viagem de carro, chegamos no River Road Ranch Resort.

O lugar é simplesmente incrível, daqueles que não dá vontade de sair. São 04 acomodações denominadas Minna’s Haus, Silo, Bunk House e Feed Mill.
 

 
 
 
 
 
 
 
 
Nós ficamos na Minna’s Haus, que possui 2 quartos, sala, cozinha, lavabo e banheiro.

 
 
 
 
 
 
 
 
 

Sala de jantar
 
 
 
Nossa varanda
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Os proprietários, Bill e Natalie, moram no rancho e estão sempre dispostos a ajudar. Não há recepção ou sala para refeições. Ao fazer a reserva, você fica sabendo qual será sua acomodação. É só chegar e entrar. Na geladeira e nos armários da cozinha, tudo o necessário para o café da manhã.
O rancho é cheio de animais. Cachorros, gatos, vacas, cavalos, todos muito bem cuidados.

 


 
 

 
 
 
 
 
E para quem gosta de história, uma atração a mais: exatamente onde nos hospedamos, o Almirante Nimitz, comandante supremo das forças do Pacífico dos Estados Unidos e das forças aliadas durante a Segunda Grande Guerra, morou quando criança.

Depois de darmos uma volta na propriedade nas bicicletas destinadas aos hóspedes, fomos passear pelo centro da cidade.

A rua principal, onde se concentra a maior parte do comércio local, chama-se, como não poderia ser diferente, Main Street.

São várias lojinhas, principalmente de decoração, cada uma mais linda que a outra. Como a maioria já estava fechada, resolvemos parar para jantar em um restaurante italiano chamado Pasta Bella. Comida razoável.

DAY 2

Depois de tomarmos café no rancho, fomos para o centro visitar o National Museum of the Pacific War. O museu é enorme e riquíssimo. Como o Tomás estava fazendo um trabalho para a escola sobre os ataques a Pearl Harbor, ficamos lá toda a manhã.






 
 
 
 
 
 
Almoçamos na Main Street em um restaurante chamado Rathskeller Basement. Comida boa e ambiente bem agradável.

Depois do almoço, fomos passear pelas lojinhas e pelos inúmeros antiquários. Fiquei impressionada com a riqueza da cidade e com a qualidade dos produtos.

Antes de voltar para o rancho, passamos no Walmart, bem maior do que o que eu costumava ir em Austin.

À noite, jantamos no melhor restaurante da cidade, o Navajo Grill. Excelente.

DAY 3

Tomamos café no rancho, reforçado pelas comprinhas que fizemos no Walmart. Depois fomos para o centro.

Com o mesmo ingresso do museu do dia anterior entramos no Admiral Nimitz Museum, museu dedicado ao filho mais ilustre da cidade.
 
Tomás e o avô com a estátua do Almirante Nimitz

 
O museu é pequeno e conta a vida do Almirante Nimitz desde o nascimento até a sua morte. Bem interessante.

Após mais uma voltinha na Main Street, retornamos para Austin.

Pra mim, Fredericksburg foi o ponto alto da nossa estada no Texas. Voltaria mil vezes!

 


 

 

terça-feira, 7 de julho de 2015

STARBUCKS PARA VIAJANTES


Há pouco tempo descobri que a Starbucks, maior rede de cafeterias do mundo, possui uma coleção de canecas chamada “You are Here”. São canecas lindas e eu, claro, iniciei uma busca implacável pelo produto em cada cidade que visito.

Nos Estados Unidos encontrei canecas com nomes de cidades e estados americanos. São brancas com desenhos bem coloridos e cada uma tem o interior de uma cor diferente. O valor unitário é de cerca de 11 dólares.

Já na Europa a coleção é um pouco diferente. Há canecas com nome de países e de cidades, mas não são tão coloridas.  O preço de cada uma é de mais ou menos 12 euros.

Acredito que os valores são bem justos, pois a qualidade é muito boa. As canecas ainda vem em uma caixinha. É só colocar na mala e levar pra casa!

Minha coleção está assim:
 
 
 











 

 
 

 
 
 
 
 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

PANDORA PARA VIAJANTES


A Pandora é uma empresa dinamarquesa, fundada em 1982. As pulseiras com os pingentes que contam a vida da dona, denominados “charms”, são o destaque da marca.
Nunca gostei da moda de contar a vida numa pulseira. Tive um filho? Compro um charm. Ganhei um cachorro? Mais um charm. Não via sentido nisso.
Entretanto, folheando o catálogo da loja, tive a ideia de contar minha vida de viajante. Entrei na onda e passei a colecionar os tais charms. Um para cada lugar já visitado.
Minha coleção já está assim:


 
Pulseiras
London Bus

 






 



Vestido da Cinderela
 simbolizando a Disney


Mala de viagem
Torre Eiffel

 
Estrela de Davi
simbolizando Israel


 


Gôndola simbolizando Veneza
Avião










 



Matrioska simbolizando a Rússia

  


 
Passaporte
Globo Terrestre












 


Estátua da Liberdade - Na base tem um coração!!
 


Bonequinha Japonesa
Maple leaf  simbolizando o Canadá.
Tem um rubi sintético no meio!!

 

Pulseiras montadas!!








Importante mencionar que não estou ganhando nenhum centavo da marca com este post e que comprei cada peça com meu suado dinheirinho!!!! 
 













 







segunda-feira, 13 de abril de 2015

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2015 - PARTE 4


DIA 8
Tomamos café da manhã no hotel, fizemos check-out e seguimos de táxi para o aeroporto, de onde voamos para Lisboa de TAP.
Chegando na capital lusa, fizemos check-in no Hotel Vip Eden, que fica na Praça dos Restauradores. Excelente hotel para quem vai com criança, pois tem cozinha completa e metrô na porta.
Saímos do hotel caminhando e almoçamos no Restaurante A Covelense, pois estávamos desejando comer bacalhau. Comida boa, mas nada excepcional.
De lá, pegamos o metrô e fomos para o El Corte Inglés, loja de departamentos enorme, com um supermercado e uma farmácia no térreo, onde se encontra de tudo.
Após algumas horinhas, voltamos para o hotel, trocamos de roupa e saímos para jantar.
Resolvemos caminhar pela Rua Augusta, que fica próxima ao hotel, e nos surpreendemos com o movimento, apesar de ser domingo à noite. Vários restaurantes com mesas na calçada. Escolhemos o Grilled and Company, que parecia ser um dos mais novos e bem frequentados do local.
Jantando na Rua Augusta





 
Nunca imaginei ter problemas de comunicação em Lisboa. Pois bem. Neste restaurante os garçons são do Nepal. Não falam português e apenas arranham o inglês. Além da dificuldade em se travar um diálogo que permitisse explicar o que eu queria jantar, a comida é muito ruim.  Isso o que dá julgar pelas aparências.
 







DIA 9
Fizemos check-out no hotel e seguimos de táxi para o aeroporto, de onde voamos de TAP para Miami e de Miami para Austin pela American Airlines.

No check-in, ainda em Lisboa, a TAP nos ofereceu 600,00 euros por pessoa para embarcarmos somente no dia seguinte, pois o voo estava lotado, com overbooking. A tentação foi grande, mas caso aceitássemos perderíamos nosso voo da American Airlines. Assim, embarcamos normalmente de volta para casa.
Nosso spring break havia chegado ao fim!!
 
 
 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2015 - PARTE 3


 
DIA 6
 
Tomamos café da manhã no hotel e seguimos de táxi para a Gare du Nord, onde pegamos o Eurostar para Londres.
Depois de pouco mais de duas horas de viagem, chegamos à estação St Pancras, na capital inglesa.
 
A estação St Pancras fica ao lado da estação King Cross. Assim, aproveitamos e fomos logo conhecer a estação 9 ¾, do Harry Potter. Ao contrário do que imaginei, a fila para a célebre foto não estava grande e a lojinha ao lado também não estava lotada.
 
 
 
 
 
Saímos da estação e pegamos o tradicional táxi preto. Muito espaçoso, transporta até 5 pessoas de forma bem confortável.
Fizemos check-in no Hotel Stafford London. Super bem localizado, a poucos passos do Palácio de Buckingham.
Almoçamos no próprio hotel e depois fomos caminhar no Green Park e mostrar o Palácio de Buckingham ao Tomás.
Em seguida, pegamos um táxi e fomos para a London Eye, aquela roda gigante enorme que já virou símbolo de Londres. Como havia muita gente, optamos por pagar mais caro e comprar o ticket com fast pass, evitando as filas quilométricas. No valor pago estava incluso o ingresso para um filme em 4D sobre a atração. Filme curto mas bem bacana.
Depois de nos maravilharmos com a vista da cidade, seguimos de táxi para Piccadilly Circus, praça de Londres famosa por seus letreiros luminosos, restaurantes, lojas e teatros. Depois de vermos uma apresentação de rua (Tomás sempre vibra com essas apresentações), jantamos no Restaurante Angus Steakhouse. Muito bom.
 
DIA 7
Tomamos café da manhã e depois pedimos ao staff do hotel para conhecermos o subsolo, que serviu de bunker na segunda grande guerra. Um verdadeiro mini museu, com vários objetos originais da época.
Ainda na “vibe” da segunda guerra mundial, fomos conhecer o The Churchill War Rooms, onde funcionava o gabinete de guerra de Churchill. Ademais da sensação de estar no mesmo local onde foram tomadas decisões cruciais sobre os rumos da guerra, o museu é riquíssimo e conta toda a trajetória do primeiro ministro britânico, com um grande acervo de objetos pessoais. Vale muito, muito a pena.
 
 
 
Após a visita ao museu, fomos à Torre de Londres, ver as joias da coroa. Muito brilho em um só lugar!!
Saindo da Torre de Londres, uma parada para foto na Tower Bridge.
 
 
 
 
Almoçamos por perto, num restaurante italiano chamado Strada, que possui menu infantil. Muito bom.
De volta para o hotel, notei algumas plaquinhas nas casas próximas. Fui lá checar e impressionei-me com o nível da vizinhança. O registro está nas fotos abaixo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fizemos check-out no hotel e seguimos para a estação St Pancras, onde pegamos o Eurostar para Paris.
De volta para nosso hotel em Paris, fomos dormir, porque no dia seguinte mais um destino nos esperava!
 
 
 

terça-feira, 31 de março de 2015

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2015 - PARTE 2

 
DIA 4

Tomamos café da manhã no hotel e seguimos para a Gare St. Lazare, onde pegamos um trem para Bayeux.

Depois de duas horas e vinte minutos de viagem, chegamos à Bayeux, cidade localizada na região da Baixa Normandia.

Fizemos check-in no Hôtel Le Bayeux. Bem simples, mas com serviço e localização maravilhosos.

Como já havia passado do horário do almoço, o único restaurante que encontramos aberto foi o Le Garde Manger, que fica no Hôtel Reine Mathilde, a poucos passos do nosso hotel. Excelente.

Após o almoço, fomos conhecer o famoso Museu da Tapeçaria. A única atração do museu é uma imensa tapeçaria, datada do século XI, que descreve, em bordados, a conquista das terras normandas por Guilherme I, da Inglaterra. Nada mais. Nada mesmo. Sem desmerecer a obra de arte, mas um museu unicamente para abrigá-la não me pareceu interessante. O ticket custou 9 euros, com direito a áudio-guia.

Depois fomos conhecer a Catedral de Bayeux. Lindíssima.

À noite, jantar no Restaurante Accroche. Muito bom.

 

 
 
DIA 5

Tomamos café no próprio hotel (10 euros por pessoa) e depois fomos tomar banho de história.

Conseguimos no hotel um tour com uma guia brasileira que mora na França. Gisele nos pegou no hotel às 8:30 e seguimos para as praias do desembarque. Para quem não sabe, a Normandia foi palco do “Dia D”, em que as tropas aliadas invadiram a França ocupada pelos alemães durante a segunda grande guerra. A Invasão da Normandia, ou Operação Overlord, é até hoje a maior invasão marítima da história.

Começamos nosso passeio por Pointe Du Hoc, onde ainda existem vários bunkers e diversas crateras abertas pelos ataques a bomba. O lugar hoje é considerado território dos Estados Unidos, o que explica as bandeiras americanas espalhadas.

O símbolo do local é um monumento erguido em homenagem aos chamados “Rangers”, que foram os soldados que escalaram as falésias durante a invasão.



Depois, seguimos para a praia de Omaha, onde ocorreu a mais sangrenta das batalhas.

Estátua "Ever Forward"
 
 
De lá, fomos visitar o Normandy American Cemitery and Memorial, onde foram enterrados os militares que lutaram na invasão. Dos cemitérios militares existentes na Normandia (além do americano, há o alemão, o britânico e o canadense) é o único que abre e fecha diariamente e o único que possui militares trabalhando continuamente na manutenção.

Logo na entrada há uma espécie de lápide onde estão enterrados documentos sobre o Dia D e cuja abertura deverá ocorrer cem anos após a invasão, ou seja, no dia 06 de junho de 2044.

Entre as cruzes brancas de mármore, milimetricamente enfileiradas, destacam-se algumas estrelas de Davi, em memória aos combatentes judeus.

Atrás das cruzes, o número de cada militar. As cruzes sem número estão fincadas em túmulos de corpos não identificados, com os dizeres que, em tradução livre, seria: “Conhecido apenas por Deus”.
 















Após a visita ao cemitério americano, fomos visitar as ruínas do Porto artificial Mullberry, denominado pelas tropas inglesas de Porto Winston, em homenagem ao seu idealizador. A engenharia de guerra é algo impressionante.

  
Terminado o tour, Gisele nos deixou no mesmo restaurante em que estivemos no dia anterior, o Le Garde Manger, onde almoçamos.

De lá, fomos caminhando até a estação e pegamos o trem de volta a Paris.

Deveríamos ter ficado pelo menos mais um dia na Normandia, pois deixamos de ver muita coisa. Voltaremos com certeza.

De volta para nosso hotel em Paris (saímos para Bayeux apenas com mochilas), jantamos no Café Bistrot Eiffel (de novo!) e fomos dormir, porque no outro dia faríamos mais uma viagem!

 

 






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