quarta-feira, 15 de abril de 2015

PANDORA PARA VIAJANTES


A Pandora é uma empresa dinamarquesa, fundada em 1982. As pulseiras com os pingentes que contam a vida da dona, denominados “charms”, são o destaque da marca.
Nunca gostei da moda de contar a vida numa pulseira. Tive um filho? Compro um charm. Ganhei um cachorro? Mais um charm. Não via sentido nisso.
Entretanto, folheando o catálogo da loja, tive a ideia de contar minha vida de viajante. Entrei na onda e passei a colecionar os tais charms. Um para cada lugar já visitado.
Minha coleção já está assim:


 
Pulseiras
London Bus

 






 



Vestido da Cinderela
 simbolizando a Disney


Mala de viagem
Torre Eiffel

 
Estrela de Davi
simbolizando Israel


 


Gôndola simbolizando Veneza
Avião










 



Matrioska simbolizando a Rússia

  


 
Passaporte
Globo Terrestre












 


Estátua da Liberdade - Na base tem um coração!!
 


Bonequinha Japonesa
Maple leaf  simbolizando o Canadá.
Tem um rubi sintético no meio!!

 

Pulseiras montadas!!








Importante mencionar que não estou ganhando nenhum centavo da marca com este post e que comprei cada peça com meu suado dinheirinho!!!! 
 













 







segunda-feira, 13 de abril de 2015

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2015 - PARTE 4


DIA 8
Tomamos café da manhã no hotel, fizemos check-out e seguimos de táxi para o aeroporto, de onde voamos para Lisboa de TAP.
Chegando na capital lusa, fizemos check-in no Hotel Vip Eden, que fica na Praça dos Restauradores. Excelente hotel para quem vai com criança, pois tem cozinha completa e metrô na porta.
Saímos do hotel caminhando e almoçamos no Restaurante A Covelense, pois estávamos desejando comer bacalhau. Comida boa, mas nada excepcional.
De lá, pegamos o metrô e fomos para o El Corte Inglés, loja de departamentos enorme, com um supermercado e uma farmácia no térreo, onde se encontra de tudo.
Após algumas horinhas, voltamos para o hotel, trocamos de roupa e saímos para jantar.
Resolvemos caminhar pela Rua Augusta, que fica próxima ao hotel, e nos surpreendemos com o movimento, apesar de ser domingo à noite. Vários restaurantes com mesas na calçada. Escolhemos o Grilled and Company, que parecia ser um dos mais novos e bem frequentados do local.
Jantando na Rua Augusta





 
Nunca imaginei ter problemas de comunicação em Lisboa. Pois bem. Neste restaurante os garçons são do Nepal. Não falam português e apenas arranham o inglês. Além da dificuldade em se travar um diálogo que permitisse explicar o que eu queria jantar, a comida é muito ruim.  Isso o que dá julgar pelas aparências.
 







DIA 9
Fizemos check-out no hotel e seguimos de táxi para o aeroporto, de onde voamos de TAP para Miami e de Miami para Austin pela American Airlines.

No check-in, ainda em Lisboa, a TAP nos ofereceu 600,00 euros por pessoa para embarcarmos somente no dia seguinte, pois o voo estava lotado, com overbooking. A tentação foi grande, mas caso aceitássemos perderíamos nosso voo da American Airlines. Assim, embarcamos normalmente de volta para casa.
Nosso spring break havia chegado ao fim!!
 
 
 

quinta-feira, 9 de abril de 2015

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2015 - PARTE 3


 
DIA 6
 
Tomamos café da manhã no hotel e seguimos de táxi para a Gare du Nord, onde pegamos o Eurostar para Londres.
Depois de pouco mais de duas horas de viagem, chegamos à estação St Pancras, na capital inglesa.
 
A estação St Pancras fica ao lado da estação King Cross. Assim, aproveitamos e fomos logo conhecer a estação 9 ¾, do Harry Potter. Ao contrário do que imaginei, a fila para a célebre foto não estava grande e a lojinha ao lado também não estava lotada.
 
 
 
 
 
Saímos da estação e pegamos o tradicional táxi preto. Muito espaçoso, transporta até 5 pessoas de forma bem confortável.
Fizemos check-in no Hotel Stafford London. Super bem localizado, a poucos passos do Palácio de Buckingham.
Almoçamos no próprio hotel e depois fomos caminhar no Green Park e mostrar o Palácio de Buckingham ao Tomás.
Em seguida, pegamos um táxi e fomos para a London Eye, aquela roda gigante enorme que já virou símbolo de Londres. Como havia muita gente, optamos por pagar mais caro e comprar o ticket com fast pass, evitando as filas quilométricas. No valor pago estava incluso o ingresso para um filme em 4D sobre a atração. Filme curto mas bem bacana.
Depois de nos maravilharmos com a vista da cidade, seguimos de táxi para Piccadilly Circus, praça de Londres famosa por seus letreiros luminosos, restaurantes, lojas e teatros. Depois de vermos uma apresentação de rua (Tomás sempre vibra com essas apresentações), jantamos no Restaurante Angus Steakhouse. Muito bom.
 
DIA 7
Tomamos café da manhã e depois pedimos ao staff do hotel para conhecermos o subsolo, que serviu de bunker na segunda grande guerra. Um verdadeiro mini museu, com vários objetos originais da época.
Ainda na “vibe” da segunda guerra mundial, fomos conhecer o The Churchill War Rooms, onde funcionava o gabinete de guerra de Churchill. Ademais da sensação de estar no mesmo local onde foram tomadas decisões cruciais sobre os rumos da guerra, o museu é riquíssimo e conta toda a trajetória do primeiro ministro britânico, com um grande acervo de objetos pessoais. Vale muito, muito a pena.
 
 
 
Após a visita ao museu, fomos à Torre de Londres, ver as joias da coroa. Muito brilho em um só lugar!!
Saindo da Torre de Londres, uma parada para foto na Tower Bridge.
 
 
 
 
Almoçamos por perto, num restaurante italiano chamado Strada, que possui menu infantil. Muito bom.
De volta para o hotel, notei algumas plaquinhas nas casas próximas. Fui lá checar e impressionei-me com o nível da vizinhança. O registro está nas fotos abaixo.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
Fizemos check-out no hotel e seguimos para a estação St Pancras, onde pegamos o Eurostar para Paris.
De volta para nosso hotel em Paris, fomos dormir, porque no dia seguinte mais um destino nos esperava!
 
 
 

terça-feira, 31 de março de 2015

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2015 - PARTE 2

 
DIA 4

Tomamos café da manhã no hotel e seguimos para a Gare St. Lazare, onde pegamos um trem para Bayeux.

Depois de duas horas e vinte minutos de viagem, chegamos à Bayeux, cidade localizada na região da Baixa Normandia.

Fizemos check-in no Hôtel Le Bayeux. Bem simples, mas com serviço e localização maravilhosos.

Como já havia passado do horário do almoço, o único restaurante que encontramos aberto foi o Le Garde Manger, que fica no Hôtel Reine Mathilde, a poucos passos do nosso hotel. Excelente.

Após o almoço, fomos conhecer o famoso Museu da Tapeçaria. A única atração do museu é uma imensa tapeçaria, datada do século XI, que descreve, em bordados, a conquista das terras normandas por Guilherme I, da Inglaterra. Nada mais. Nada mesmo. Sem desmerecer a obra de arte, mas um museu unicamente para abrigá-la não me pareceu interessante. O ticket custou 9 euros, com direito a áudio-guia.

Depois fomos conhecer a Catedral de Bayeux. Lindíssima.

À noite, jantar no Restaurante Accroche. Muito bom.

 

 
 
DIA 5

Tomamos café no próprio hotel (10 euros por pessoa) e depois fomos tomar banho de história.

Conseguimos no hotel um tour com uma guia brasileira que mora na França. Gisele nos pegou no hotel às 8:30 e seguimos para as praias do desembarque. Para quem não sabe, a Normandia foi palco do “Dia D”, em que as tropas aliadas invadiram a França ocupada pelos alemães durante a segunda grande guerra. A Invasão da Normandia, ou Operação Overlord, é até hoje a maior invasão marítima da história.

Começamos nosso passeio por Pointe Du Hoc, onde ainda existem vários bunkers e diversas crateras abertas pelos ataques a bomba. O lugar hoje é considerado território dos Estados Unidos, o que explica as bandeiras americanas espalhadas.

O símbolo do local é um monumento erguido em homenagem aos chamados “Rangers”, que foram os soldados que escalaram as falésias durante a invasão.



Depois, seguimos para a praia de Omaha, onde ocorreu a mais sangrenta das batalhas.

Estátua "Ever Forward"
 
 
De lá, fomos visitar o Normandy American Cemitery and Memorial, onde foram enterrados os militares que lutaram na invasão. Dos cemitérios militares existentes na Normandia (além do americano, há o alemão, o britânico e o canadense) é o único que abre e fecha diariamente e o único que possui militares trabalhando continuamente na manutenção.

Logo na entrada há uma espécie de lápide onde estão enterrados documentos sobre o Dia D e cuja abertura deverá ocorrer cem anos após a invasão, ou seja, no dia 06 de junho de 2044.

Entre as cruzes brancas de mármore, milimetricamente enfileiradas, destacam-se algumas estrelas de Davi, em memória aos combatentes judeus.

Atrás das cruzes, o número de cada militar. As cruzes sem número estão fincadas em túmulos de corpos não identificados, com os dizeres que, em tradução livre, seria: “Conhecido apenas por Deus”.
 















Após a visita ao cemitério americano, fomos visitar as ruínas do Porto artificial Mullberry, denominado pelas tropas inglesas de Porto Winston, em homenagem ao seu idealizador. A engenharia de guerra é algo impressionante.

  
Terminado o tour, Gisele nos deixou no mesmo restaurante em que estivemos no dia anterior, o Le Garde Manger, onde almoçamos.

De lá, fomos caminhando até a estação e pegamos o trem de volta a Paris.

Deveríamos ter ficado pelo menos mais um dia na Normandia, pois deixamos de ver muita coisa. Voltaremos com certeza.

De volta para nosso hotel em Paris (saímos para Bayeux apenas com mochilas), jantamos no Café Bistrot Eiffel (de novo!) e fomos dormir, porque no outro dia faríamos mais uma viagem!

 

 






segunda-feira, 30 de março de 2015

DIÁRIO DE BORDO - EUROPA 2015 - PARTE 1


DIA 1

Voamos de Austin para Miami pela American Airlines. Chegamos às 9:00 da manhã e nosso voo para Lisboa era somente no final da tarde.

Resolvemos pagar um day use no Miami International Airport Hotel, que fica dentro do aeroporto de Miami, sem necessidade de pegar táxi, shuttle ou qualquer outro tipo de transporte.

Descansamos, pedimos comida no quarto e saímos direto para o balcão da TAP. Super prático.

Voamos para Lisboa e de Lisboa para Paris, também pela TAP.
 

Chegando em Paris, pegamos um táxi no aeroporto de Orly e fizemos check-in no Hotel Eiffel Seine. Simples, mas muito bem localizado, em frente à estação de metrô Bir-Hakeim e a poucos passos da Torre Eiffel.

 
Há vários cafés e bistrôs perto do hotel. Escolhemos o Café Bistrot Eiffel para comer. De lá, seguimos de metrô para a Avenida Champs Élysées. Para terminar o dia, alguns macarons na Ladurée.

 

DIA 2

Tomamos café próximo ao hotel, no Le Bistrô de La Tour. Pagamos caríssimo por café, suco e croissants.

Subimos na Torre, pois Tomás nunca tinha feito esse passeio. Comprei os ingressos com antecedência, pela Internet. Não foi fácil como das outras vezes, mas após vários dias tentando, consegui achar tickets para o dia que eu queria.
 
 


Não sei se é coisa nova ou se eu simplesmente não havia notado, mas no terceiro andar da torre tem um pequeno bar vendendo champagne em taças de plástico. Tem lugar mais adequado para um brinde???
 
 



Almoçamos no mesmo Café Bistrot Eiffel e seguimos de metrô para os Invalides. O museu estava em reforma e boa parte do acervo não estava exposto. Uma pena.



Voltamos para o hotel e após descansarmos fomos jantar no restaurante Le Ciel de Paris, no 56° andar da Torre Montparnasse. Havíamos feito reserva alguns dias antes. Comida muito boa e uma vista impagável da Torre Eiffel.

 

DIA 3

Como pagamos extremamente caro pelo café da manhã ontem, resolvemos tomar café hoje no próprio hotel (9 euros por pessoa).

Pegamos o metrô e fomos dar mais uma volta na Avenida Champs Élysées.
 
De lá, pegamos outro metrô e almoçamos no Café Madeleine, com vista para a suntuosa igreja. Depois, fomos caminhando até o Café de La Paix, eleito um dos dez cafés mais bonitos do mundo (aqui o link com os cafés eleitos).

Em seguida, fomos passear pelos jardins do Palais Royal, onde Tomás se divertiu pulando as colunas de Buren.
 

Para finalizar nossa tarde, fomos folhear livros na emblemática livraria Shakespeare & Company, pertinho da Notre Dame.

À noite, jantamos no Quartier Latin, bairro cheio de restaurantes e bares. Escolhemos o Restaurante La Cour de la Huchette. Ótimo atendimento e comida farta.
 
 

sexta-feira, 27 de março de 2015

DIÁRIO DE BORDO - CALIFÓRNIA


DAY 1

Voamos de Austin para San Francisco pela Virgin America, companhia aérea na qual eu nunca tinha viajado. Excelente serviço e avião novinho.

Chegamos já de noite e, no aeroporto, pegamos o carro que tínhamos reservado na Álamo.

A cidade estava completamente lotada, uma loucura. Fizemos check-in no Hotel Hilton Garden Inn. O Hotel fica do outro lado da Bay Bridge, em uma localidade chamada Emeryville.

 
 
 
 
 
Jantamos no próprio hotel e nos preparamos para o dia seguinte.

 

DAY 2

Tomamos café da manhã no hotel e partimos de carro para Davis, cidade que será nossa próxima morada a partir de junho.

A finalidade da viagem foi visitar Davis, por isso optamos em ficar em um hotel mais próximo da saída de San Francisco.

Após 50 minutos, chegamos no nosso destino. Caminhamos pelo centro dessa cidade universitária e fomos até o Davis Farmer’s Market, onde tomamos um delicioso suco de maçã orgânico.

Tomás preferiu tomar sorvete na Yolo Berry Yogurt, que fica lá próximo.

Almoçamos em um restaurante italiano chamado Paesanos e depois seguimos para uma visita à University of California (UC), mais especificamente à School of Law. Impressionante.

De lá fomos até o Slide Hill Park, um parque super bem cuidado cuja atração principal, que dá nome ao parque, consiste em uma rampa de pedra, onde as crianças escorregam. Para conferir a performance do Tomás, é só clicar no vídeo abaixo.

 
 
Após um breve reconhecimento da cidade, pegamos novamente a estrada e retornamos para San Francisco.

Era dia 14 de fevereiro, Valentine’s Day nos Estados Unidos. Então não precisa dizer que os restaurantes estavam lotados. Após muito procurar, sentamos no Sauce, um restaurante localizado em um beco denominado Belden Place, no chamado French Quarter de San Francisco. Sem perceber, estávamos em um dos locais mais descolados da cidade.

 Day 3

Tomamos café no hotel e como o trânsito na cidade estava infernal, resolvemos sair de táxi.

Fomos para a Lombard Street, aquela rua que tem uma ladeira super íngreme em zigue-zague, cenário de vários filmes e seriados.
 

De lá, seguimos para a Golden Gate Bridge, símbolo da cidade. Muito linda.

 
 
 
 
Após, fomos para o Pier 39, cheio de lojas, sorveterias e restaurantes. Parada obrigatória. Escolhemos almoçar no Swiss Louis, um restaurante com uma linda vista pra baía de San Francisco e um Clam Chowder maravilhoso.
 
Fomos para o hotel descansar um pouco e à noite voltamos para o Belden Place. No caminho, paramos em Chinatown para algumas fotos e seguimos para o restaurante B44 Catalan Bistro, onde jantamos uma excelente paella.

 

DAY 4

Tomamos café no hotel e fizemos o check-out. Atravessamos a Golden Gate e fomos até Sausalito, uma cidadezinha super fofa.

Ficamos andando pela orla, vendo as lojinhas e os cafés. Um local que definitivamente precisamos voltar com mais calma.

Atravessamos novamente a Golden Gate em direção a San Francisco e paramos no Fisherman´s Wharf, onde pegamos o tradicional bondinho. Eu que achava que o bondinho era gratuito, como o de Dallas, acabei tendo em desembolsar 12 dólares por um bilhete de ida e volta. Tomás pagou o mesmo valor. Apenas crianças menores de 4 anos não pagam.


Descemos do bondinho e almoçamos no Nob Hill Cafe. Comida apenas razoável.

Pegamos o bondinho de volta para o Fisherman´s Wharf, onde deixamos o carro e de lá seguimos para o aeroporto.

See you soon, California!

 

 

 

  
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